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DESFALQUES E CARÊNCIAS |
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O Brasil atuou sem 3 jogadores de NBA: Nenê, "Baby" e Marquinhos, e sentiu falta de um armador. Huertas mostrou imaturidade contra a Turquia. Leandrinho é mais definidor do que organizador. Faltou ainda um reserva para Guilherme. |
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PREVISIBILIDADE OFENSIVA |
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O ataque dependeu de jogadas individuais quando não era possível o contra-ataque. As rotações ofensivas, em geral, eram rapidamente anuladas pelos rivais e não surtiam o efeito esperado: os brasileiros estavam sempre marcados. |
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IDIOSSINCRASIAS DO TÉCNICO |
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Por briga com Marquinhos, não convocou o ala, que seria útil ao time. Levou seis pivôs e só um ala alto. Não soube organizar o ataque do time brasileiro para os momentos decisivos das partidas. E, como de costume, reagiu mal às críticas. |
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CRAQUES APAGADOS |
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Após boa temporada na NBA, Leandrinho jogou bem apenas contra a Turquia. Anderson Varejão, reclamando de problemas físicos, não foi sombra do que costuma ser. Marcelinho fez mais de 20 pontos em apenas um jogo. |
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LANCES LIVRES |
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Os dois arremessos livres perdidos por Leandrinho a 5s do fim contra a Turquia custaram uma vitória. Contra a Grécia, o Brasil errou 13, e perdeu por 11. Contra a Lituânia, foram três erros nos três minutos finais que selaram a eliminação. |
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IMATURIDADE NA HORA "H" |
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O Brasil esteve em igualdade com os adversários no último quarto em todas as quatro derrotas. Erros de passe, de arremesso e de lances livres impediram as vitórias. Os problemas vêm se repetindo desde o Pré-Olímpico-2003. |
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CHAVE COMPLICADA |
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Soa como desculpa, mas o grupo do Brasil realmente era o mais difícil do Mundial. Já se sabia que Grécia, campeã européia, e Lituânia seriam fortes. E as desfalcadas e renovadas Turquia e Austrália também mostraram muita força. |
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