
| 21h20 - 18/06/2002 |
Seleção feminina Sub-21 espera pela chegada das "estrangeiras" |
Da Agência Folha Em Ribeirão Preto Por Rodrigo Rossi
A seleção brasileira de basquete feminino sub-21, que está treinando em Ribeirão Preto, aguarda apenas a chegada das jogadoras "estrangeiras" para completar o grupo e intensificar a carga de treinamentos para a 1ª Copa América Feminina de Basquete da categoria, que será disputada na cidade de 17 a 21 de julho.
As duas atletas que faltam -a ala Iziane e a pivô Érika- disputam a WNBA (a liga norte-americana de basquete feminino) e somente se apresentarão após o encerramento da temporada, no final de junho.
O técnico Antônio Carlos Barbosa afirmou que, nesta semana, vai ajustar o condicionamento físico das atletas, de manhã e à tarde. Na próxima semana, com o elenco completo, a previsão é iniciar os treinamentos táticos.
Como preparação, Barbosa terá cerca de 30 dias para ajustar a equipe para a Copa América, que classifica as três primeiras colocadas para disputar o Mundial a ser realizado na Croácia em 2003.
"Essa é uma seleção a qual chamamos de continuação, pois é formada por atletas que disputaram campeonatos juvenis juntas no ano passado. Elas se conhecem bem e estão vindo de finais de campeonatos em seus clubes, o que nos traz bastante tranquilidade, pois teremos somente que ajustar a condição física das atletas. O resto do tempo será dedicado a montar um esquema tático de jogo", disse o treinador.
O Brasil estréia na Copa América contra a Costa Rica no dia 17. Integrante da chave B do torneio, que conta ainda com Canadá e Porto Rico, a equipe brasileira prevê chegar entre os três mais bem classificados para ter a chance de disputar o Mundial, que será o primeiro na categoria sub-21.
Para o treinador, o Brasil tem chance de conseguir a vaga, e deverá disputá-la, diretamente, com Argentina e Canadá, já que a equipe americana é a favorita à conquista do título.
O treinador afirmou ainda que a saída de Cuba do torneio aliviou a luta pelas três vagas. "Estamos com um time de jogadoras de qualidade", afirmou o treinador da seleção.
Segundo Barbosa, o único problema que o Brasil enfrenta no basquete feminino ainda é o pequeno elenco de jogadoras de base disponíveis para a seleção.
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