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07/09/2006 - 08h30
A cinco dias do início, Mundial tem busca pequena por ingressos
Vicente Toledo Jr.* Em São Paulo
O torcedor que quiser acompanhar de perto o Mundial de basquete feminino, que começa na próxima terça-feira (dia 12), em São Paulo e Barueri, não precisa se preocupar em correr para comprar seus ingressos. Apesar da proximidade da competição, a procura do público por entradas ainda é tímida, embora a organização do evento não divulgue números oficiais.
| ONDE COMPRAR |
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São Paulo: - estádio do Pacaembu - Praça Charles Miller, s/nº - estádio do Morumbi (São Paulo) - Praça Roberto Gomes Pedrosa, 01 - estádio do Canindé (Portuguesa) - Rua Comendador Nestor Pereira, 33 - ginásio do Ibirapuera - Rua Padre Manoel da Nobrega, 1361 - Pitta Sports - Rua Silva Bueno, 1156 - Ipiranga - Parque São Jorge - Rua São Jorge, 777 - Tatuapé |
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Barueri: - ginásio José Corrêa - Av. Guilherme Perereca Guglielmo, 1000 - Centro |
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Santo André: - estádio José Bruno Daniel - Rua 24 de Maio, s/nº |
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Osasco: - Osasco Shopping Galeria - Rua Dra. Primitiva Vianco, 100 - Centro |
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Rio de Janeiro: - sede do Botafogo (General Severiano) - Av. Venceslau Brás, 97 - Clube de Regatas Flamengo - Av. Borges de Medeiros, 997 - Gávea - Rio Sampa - Rod. Presidente Dutra, 177 - Nova Iguaçu - sede do Fluminense - Rua Alvaro Xavez, 41 - Laranjeiras - Maracanã - Rua Eurico Rabelo, sn - Bilheteria n. 8 |
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| Responsável pela venda dos ingressos, a empresa BWA (mais conhecida como "Ingresso Fácil") disse não ter autorização para informar a quantidade de entradas vendidas. Já o presidente da FPB (Federação Paulista de Basquete), Antônio Chekmati, afirmou que só vai fazer um balanço no próximo domingo, antevéspera do início do Mundial.
"Ainda não tive tempo, tenho muitos detalhes para cuidar nos últimos arranjos, por isso não tenho nenhuma informação sobre isso", revelou o dirigente paulista, que integra o comitê organizador. "Há muita procura porque telefonam para cá (FPB) para saber. Se estão indo comprar, eu já não sei", completou Chekmati.
Apesar de não falar em números, a BWA admitiu que a demanda é pequena. "Começamos a vender o Mundial no começo de julho. A procura não tem sido grande, pois ao meu ver falta divulgação", declarou Fernando Silva, diretor executivo da empresa, que tem pontos de venda em São Paulo, Santo André, Osasco, Barueri e Rio de Janeiro, além de comercializar entradas pela internet.
E Silva não é o único a reclamar da falta de visibilidade da competição. A ex-jogadora Paula, campeã mundial em 1994, também já criticou publicamente da divulgação do Mundial. Chekmati, entretanto, não compartilha dessas opiniões. "Pelos telefonemas que a gente recebe, eu acho que está bem divulgado sim", opinou o presidente da FPB.
"Nós distribuímos bastante cartazes em escolas e clubes. A TV está fazendo muitas chamadas, a Globo vai começar a fazer uma chamada mais séria para levar o público aos ginásios", completou. Mas uma comparação com as ações de divulgação realizadas para o Mundial masculino, no mês passado, no Japão, mostra que o torneio feminino ainda está "escondido" do grande público.
| NA INTERNET |
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www.ingressofacil.com.br A empresa cobra uma taxa de conveniência, que varia de 13,5% a 50% do valor de face de cada ingresso. Para os jogos de São Paulo, ela oferece um serviço de entrega que custa mais R$ 7 (promete a chegada dos ingressos em até 3 dias úteis). Em Barueri, o torcedor tem que retirar sua entrada no local e ainda assim pagar outra taxa de R$ 4. |
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| Visitadas pela reportagem do UOL Esporte, as cidades de Hamamatsu e Saitama exibiam enormes cartazes promocionais da competição em estações de trem, estações de metrô e outdoors pelas ruas. Exploraram bem a imagem de estrelas como LeBron James, Manu Ginóbili, Yao Ming, Tony Parker e até do brasileiro Alex para atrair os japoneses, que não lotaram completamente todas as partidas, mas compareceram em bom número aos ginásios.
Até mesmo a Fiba (Federação Internacional de Basquete) parece deixar a divulgação do Mundial feminino em segundo plano. O site oficial da entidade (www.fiba.com) ainda está redirecionando seus visitantes diretamente para o site do Mundial masculino, encerrado no último domingo. O torneio brasileiro só ganha algum destaque, ainda que pequeno, no portal da Fiba Américas, a divisão continental da entidade.
Como a seleção brasileira fará suas primeiras partidas no período da tarde em dias úteis, a presença da torcida poderá frustrar a esperança das jogadoras de contar com esse "trunfo" desde o início da competição. "Não acredito em um grande público desde o começo, mas eu creio em um grande publico nos últimos dias, sobretudo se o Brasil chegar às finais, e eu tenho certeza de que o Brasil vai chegar", disse Chekmati.
| QUANTO CUSTA |
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| 1ª e 2ª fases | R$ 10 | R$ 10 a R$ 25 |
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| Finais | - | R$ 20 a R$ 50 |
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| Pacote total | - | R$ 110 a R$ 260 |
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| Pacote semifinal e decisão | - | R$ 50 a R$ 120 |
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| Local | Barueri | Ibirapuera |
| Para os jogos disputados no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, os preços dos ingressos variam de R$ 10 (arquibancada) a R$ 25 (cadeira inferior) durante as duas primeiras fases do torneio. O torcedor também pode comprar um pacote para todas as dez rodadas (entre R$ 110 e R$ 260) ou apenas para a semifinal e final (entre R$ 50 e R$ 120). Já no ginásio José Corrêa, em Barueri, a entrada tem preço único de R$ 10 e não há a possibilidade de compra de pacotes.
Os estudantes podem pagar meia entrada para todos os tipos de ingressos e pacotes, mas têm que comparecer a um dos pontos de venda da rede "Ingresso Fácil" (abertos de 2ª à 6ª, das 11h às 17h) munidos de RG e comprovante de vínculo estudantil (carteirinha de estudante). Os demais torcedores podem comprar seus ingressos pela interenet, mas pagarão um pouco mais caro devido às taxas (de conveniência e entrega) cobradas pela BWA.
* colaboraram Bruno Doro e Murilo Garavello UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s)
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