UOL Esporte Basquete

07/08/2007 - 17h37

Bassul diverge de Grego e descarta favoritismo dos EUA

Da Redação
Em São Paulo
A seleção brasileira feminina vai ao Chile, em setembro, com uma tarefa complicada: derrubar os Estados Unidos na disputa pela classificação às Olimpíadas de Pequim-2008. Apenas uma vaga direta estará em jogo no torneio de Valdivia, entre os dias 26 e 30 de setembro.

Como não foi campeão mundial no ano passado (o título ficou com a Austrália), o time norte-americano terá de jogar com força máxima para se assegurar nos Jogos chineses.

O presidente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Gerasime Bozikis, o Grego, avaliou que a equipe brasileira tem, por isso, uma "missão difícil". "O torneio tem apenas uma vaga olímpica, e sabemos do favoritismo da equipe americana."

O novo técnico do Brasil, Paulo Bassul, porém, descarta a noção de que as rivais são favoritas na disputa. "Por serem os primeiros colocados no ranking da FIBA, os Estados Unidos são considerados os favoritos para ficar com a única vaga desse torneio. Mas o favoritismo fica fora da quadra. Vamos trabalhar com dedicação total para surpreendê-los", afirmou Bassul.

O técnico também procurou refutar a tese de que a própria seleção nacional seja colocada em um patamar superior ao de outros concorrentes. "Temos de ficar atentos aos outros adversários tradicionais como Cuba, Canadá e Argentina. Temos talento para enfrentar qualquer equipe do mundo e podemos formar um conjunto forte para garantir nossa vaga olímpica."

"Estamos confiantes no potencial das nossas jogadoras e na experiência da comissão técnica. O basquete feminino brasileiro está entre os melhores do mundo e temos totais condições de voltar do Chile com essa vaga", disse Grego.

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