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30/08/2007 - 21h43

Brasil cumpre obrigação e se classifica para a semi em 3º

Giancarlo Giampietro
Enviado especial do UOL
Em Las Vegas (EUA)
A seleção brasileira deixou para confirmar sua classificação às semifinais do Pré-Olímpico na última rodada, mas jogou bem e cumpriu essa missão sem sustos nesta quinta-feira.

Reuters
Com 32 pontos, Leandrinho comandou a vitória tranqüila do Brasil sobre o Uruguai
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Nenê e Splitter conseguiram conter o trabalho do pivô Estaban Batista no jogo
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Com uma forte defesa no terceiro período, a equipe se impôs diante do Uruguai por 96 a 62 e fechou sua campanha na segunda fase com quatro vitórias e três derrotas. O que lhe rendeu a terceira posição. O próximo adversário é a Argentina.

Foi o quarto confronto no ano entre uruguaios e brasileiros, que somaram quatro triunfos - os outros foram em dois amistosos e na semifinal do Pan-Americano do Rio de Janeiro.

"A gente foi para o jogo com uma defesa muito forte. Era uma final para nós", disse o pivô Tiago Splitter.

Pesou na partida a superioridade atlética e técnica da seleção. Quando os titulares ficaram em quadra, os uruguaios não tiveram resposta. Tentaram desacelerar a partida, mas não executaram. O time errou muito nos chutes de três pontos (18%), e só o pivô Esteban Batista, para variar, teve consistência (17 pontos e dez rebotes).

O Brasil se garantiu na partida no terceiro quarto, quando abriu vantagem de até 29 pontos - nessa parcial, Leandrinho acertou a mão nos arremessos de longa distância e anotou 13 de seus 32 pontos. O ala-armador do Phoenix Suns foi mais uma vez o cestinha. Nesta parcial, os uruguaios só fizeram oito pontos e tomaram 30.

No segundo quarto, o técnico Lula havia colocado quatro reservas em quadra e só manteve Marcelinho Machado primeiro e, depois, Leandrinho para completar o quinteto com Huertas, Alex, JP Batista e Murilo ou Giovannoni. Essa formação chegou a abrir 13 pontos (era de oito pontos quando entraram), mas cedeu essa diferença no final do quarto, e o primeiro tempo terminou em 44 a 37.

Mas o fôlego e a resistência dos rivais só duraram por 20 minutos, e o Brasil venceu a partida com extrema tranqüilidade.

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