UOL Esporte Basquete

23/09/2007 - 20h37

Brasileiras já treinam no Chile para o Pré-Olímpico, e frio incomoda

Da Redação
Em São Paulo
Menos de um dia após chegar a Valdivia, no Chile, a seleção brasileira feminina de basquete já realizou neste domingo seu primeiro treino na cidade onde será disputado, a partir desta semana, o Pré-Olímpico das Américas. O torneio garante ao campeão vaga para os Jogos de Pequim. Segundo, terceiro e quarto colocados se classificam para o Pré-Olímpico Mundial, em junho do ano que vem.

Gaspar Nóbrega/Divulgação CBB
Acostumada com baixas temperaturas, Micaela não se assusta com o frio no Chile
VEJA IMAGENS DO TREINO
MAIS NOTÍCIAS DE BASQUETE
Comandadas por Paulo Bassul, as brasileiras participaram de uma sessão leve no Coliseu Municipal Antonio Riveros. "Fizemos um treino de reconhecimento de quadra para o grupo se acostumar com o local das partidas e relembrar as jogadas trabalhadas", explica Bassul. "Na parte física, foi feito um treino aeróbico regenerativo, para recuperar a equipe do desgaste da viagem".

O Brasil estréia no Pré-Olímpico na próxima quarta contra a Argentina, pelo Grupo A. Antes disso, porém, na segunda-feira, a equipe disputa um amistoso com a seleção dos Estados Unidos. "Acredito que o time está pronto para a estréia contra a Argentina", atesta Bassul. "O jogo treino contra as americanas será bom para equipe, pois confrontar a seleção favorita ao título antes do campeonato nos dará uma referência objetiva quanto as nossas chances numa partida contra elas".

No primeiro dia em Valdivia, as brasileiras já elegeram seu maior inimigo na cidade: o frio. Nessa época do ano, a temperatura na região varia entre 4 e 15 graus. "Detesto frio, mas a minha profissão me obriga a lidar com essas dificuldades", admite a ala Micaela, que já conviveu com temperaturas bem mais baixas na Letônia, onde atuou por uma temporada no TTT Riga. "Depois dos meses que passei na Letônia, esse friozinho chileno não me assusta".

Já a pivô Ísis tem a receita para vencer o frio de Valdivia. "Quando morava em Curitiba, vi que comigo o que funciona é cobrir a cabeça e os pés. Com um boné e meias de lã quentinhas, não sinto mais frio", revela a jogadora, que aproveitou para elogiar a quadra onde o Brasil enfrentará seus adversários no Pré-Olímpico "Tem um piso de boa qualidade, o que facilita a vida das atletas".

Receba Notícias

Hospedagem: UOL Host