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08/07/2009 - 21h16

WADA "exige" punições mais rígidas para doping no beisebol dos EUA

Das agências internacionais
Em Nova York (EUA)
O dirigente John Fahey, presidente da WADA (Agência Mundial Antidoping), incitou a MLB (Major League Baseball) a dar punições mais rígidas contra o doping na modalidade, incluindo dois anos de suspensão para atletas que testarem positivo pela primeira vez.

Desde 2002, quando implantaram regras antidoping, a liga norte-americana de beisebol e a associação dos atletas "endureceram" as punições contra quem infringe a lei. Pelo regulamento da modalidade, o atleta pega 50 partidas de suspensão num primeiro teste positivo, e outros 100 jogos num segundo teste. Somente após o terceiro teste é que o jogador será banido da modalidade.

A Wada, no entanto, exige que o jogador seja banido a partir do segundo teste positivo. "A MLB, os jogadores e todo o aqueles envolvidos na liga precisam de demonstrar claramente que estão dispostos a livrar a modalidade do doping", comentou o dirigente.

Recentemente, segundo o site da revista norte-americana Sports Illustrated, o interbase Alex Rodriguez, do New York Yankees, teria sido flagrado com esteróides anabolizantes em exame antidoping feito em 2003, A publicação divulgou que o nome de Rodriguez aparece em uma lista de 104 jogadores de beisebol que utilizaram substâncias proibidas em 2003.

"Infelizmente, apesar de algumas melhorias serem introduzidas no programa de antidoping da MLB, esses elementos ainda estão distantes dos padrões mundiais", acrescentou. "Se não têm nada a esconder, por que a Liga não se junta às regras de controle mundial anti-dopagem?", questiona John Fahey.

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