Juíza nega prisão domiciliar a Mayweather e sugere que ele treine na cadeia

Das agências internacionais, em Las Vegas

  • David Becker/Getty Images

    Pugilista Floyd Maywether Jr. cumpre pena de<br> três meses de prisão por violência domiciliar

    Pugilista Floyd Maywether Jr. cumpre pena de
    três meses de prisão por violência domiciliar

 

Preso há duas semanas na prisão municipal de Las Vegas por violência doméstica, o campeão mundial de boxe Floyd Mayweather Jr. teve seu pedido de prisão domiciliar negado na última quarta. Ele cumpre pena de 87 dias por ter agredido a mãe de seus três filhos na frente de dois deles.

Oito vezes campeão mundial em cinco categorias diferentes e está invicto como profissional em suas 43 lutas, Mayweather alegou, através de seus advogados, que sua saúde estaria abalada por estar fechado na cela durante 23 horas por dia, e sua preparação física seria prejudicada.

Mas a juíza Melissa Saragosa negou o apelo, lembrando que, se Mayewather não está se alimentando normalmente, é porque não quer comer a refeição servida na cadeia. Além disso, ela sugeriu que o campeão use as instalações da prisão para continuar treinando.

"As áreas para condicionamento físico e o tempo concedido podem não ser consistentes para o seu treino, mas ele tem tempo espaço suficiente para fazer atividade física se quiser", escreveu a juíza em sua decisão.

O pedido urgente apresentado pela defesa do boxeador de 35 anos alegava ainda que os médicos acreditam que suas condições mentais podem sofrer um dano irreversível. Ele deveria ter sido preso em fevereiro, mas a juíza permitiu que ele lutasse contra o portorriquenho Miguel Cotto em maio. Ele venceu e conseguiu o título do peso médio-ligeiro pela Associação Mundial de Boxe (AMB), além de levar um prêmio de US$ 32 milhões, o maior na história do boxe.



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