A Justiça do Canadá negou o pagamento de auxílio no valor de US$ 150 mil para Amanda Rodrigues, viúva do ex-pugilista Arturo Gatti. Ela também não poderá ficar com o cachorro do casal, segundo foi decidido na disputa com a família do ex-campeão do mundo, morto em julho, em Porto de Galinhas, no Brasil.
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Ex-campeão, Gatti foi achado morto em Porto de Galinhas; após suspeita de assassinato, a viúva foi liberada, na conclusão de que ele se suicidara
Amanda perdeu a chance de ter o auxílio, mas poderá ter acesso ao condomínio onde reunirá seus pertences e terá US$ 40 mil para cobrir despesas legais do processo, segundo o
Montreal Gazzette.
Amanda a princípio foi acusada de assassinar o ex-marido, mas as perícias realizadas na cidade pernambucana concluíram que a morte foi um suicídio. A família de Gatti, no Canadá, disputa com a viúva na Justiça os bens do ex-lutador.
Ainda haverá um grande número de audições no caso, já que a maior briga é pelo patrimônio de US$ 6 milhões. Em um testamento de 2007, o irmão e a mãe eram os beneficiários. No entanto, Amanda apresentou outro documento feito três semanas da morte, em que receberia o que era de Arturo. A família alega que ela o forçou a escrever o novo testamento.
O filho do casal, Arturo Gatti Jr., já foi beneficiado com uma pensão mensal de US$ 2.500.
Gatti, que tinha 37 anos, nasceu na Itália, mas foi criado em Montréal. Ele teve um cartel de 40 vitórias e nove derrotas na carreira. O ex-pugilista se aposentou em 2007, tendo conquistado como profissional cinturões mundiais entre os meio-médios ligeiros e superpenas.