Reuters
Edílson abraça Cafu depois de marcar o primeiro gol brasileiro contra o Chile
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A seleção teve atuação distinta na primeira e na segunda etapas contra o Chile. No primeiro tempo, sofrível: falta de criatividade, troca lateral de bolas, passes errados em profusão e poucas chances de gol. Acabou vaiada na saída para os vestiários.
No segundo tempo, entrou Denílson, saiu Marcelinho, Rivaldo jogou no ataque, e Edílson caiu pela direita. As jogadas, então, surgiram, e os gols não tardaram: aos 7min, Edílson. Dez minutos depois, Rivaldo.
A seleção finalmente melhorou. Nada de excepcional, evidentemente, mas o suficiente sair aplaudido em Curitiba. Leia mais
Em Montevidéu, o Uruguai bobeou e ficou no empate com a Colômbia. E deixou o Brasil mais perto da Copa. Ufa!! Leia mais
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