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Xavi



Xavier Hernández Creus

Reuters

Nascimento: 
25/01/1980, em Terrassa

Peso: 68 kg

Altura: 1,70 m

Posição: volante

Clubes: Barcelona B (1997-1998), Barcelona (1998-2006)

Títulos: Mundial sub-20 (1999), Medalha de prata nas Olimpíadas (2000), Campeonato Espanhol (1999, 2000, 2005 e 2006), Supercopa da Espanha (2005), Liga dos Campeões da Uefa (2006)

Copas: 2 (2002 e 2006)

Um dos jogadores mais populares do Barcelona e da Espanha na atualidade, o volante Xavi construiu toda a sua carreira esportiva no clube catalão, que defende desde os 11 anos de idade até hoje.

Volante de classe, atua como organizador do meio-campo tanto no Barça como na seleção espanhola, comandando a marcação e iniciando as jogadas ofensivas. Tem excelente visão de jogo, executa passes precisos e possui um potente chute de longa distância.

Xavi chegou ao Barcelona em julho de 1991, recrutado pelas categorias de base do clube. Aos 17, ganhou sua primeira oportunidade de jogar como profissional, ainda pelo time B. Na temporada seguinte, estreou pela equipe principal sob o comando do holandês Louis Van Gaal.

Enfrentando o Mallorca em jogo da Supercopa da Espanha, Xavi foi titular e marcou um gol. No Campeonato Espanhol, debutou em uma vitória por 3 a 1 sobre o Valencia e, ao fazer o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Valladolid, deu início à arrancada do time rumo ao título.

Com a saída de Josep Guardiola ao final da temporada, Xavi assumiu a condição de titular do meio-campo catalão. Não demorou muito para ele chegar à seleção espanhola. Em 1999, comandou o time sub-20 na conquista do Mundial da categoria.

No ano seguinte, integrou a equipe que conquistou a medalha de prata nas Olimpíadas de Sydney, perdendo a final para Camarões. No mesmo ano, fez sua estréia pela formação principal da "Fúria" em uma derrota por 2 a 1 para a Holanda em amistoso.

Xavi ficou de fora da seleção que não passou da primeira fase da Eurocopa 2004, mas voltou a ser convocado com a chegada de Luis Aragonés ao comando técnico. Ainda mais depois que o Barcelona encerrou um jejum de seis anos sem título, ganhando o bicampeonato espanhol em 2005 e 2006, tendo o volante como um de seus líderes.

Participou de toda a campanha espanhola nas eliminatórias para o Mundial da Alemanha, tendo disputado seu último jogo no empate por 1 a 1 diante da Eslováquia, que carimbou o passaporte da "Fúria".

Sua participação na Copa do Mundo esteve ameaçada por uma grave contusão no joelho direito - ele rompeu o ligamento cruzado anterior no início de dezembro -, mas Xavi voltou a jogar menos de seis meses depois.

No Mundial, participou dos quatro jogos da seleção. Só não foi titular na partida contra a Arábia Saudita, quando o técnico Luis Aragonés resolveu colocar em campo os atletas que ainda não tinham atuado pela seleção. Mesmo assim, Xavi entrou no segundo tempo e ajudou o time a segurar a vitória por 1 a 0.

A sua melhor apresentação, entretanto, aconteceu na estréia da Copa, na vitória de 4 a 0 sobre a Ucrânia. Apesar de não ter balançado as redes, Xavi saiu de campo com o prêmio de melhor jogador da partida entregue pela Fifa.

   
 

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