Nascimento:
18/03/1977, em Saint-Etienne
Peso: 78 kg
Altura: 1,80 m
Posição:
lateral-direito
Clubes: Saint-Etienne (1995 a 1997); Monaco (1998 a 2000); Bayern de Munique-ALE (2000 a 2006)
Títulos: Copa das Confederações (2001 e 2003); Copa Intercontinental de Clubes (2001); Campeonato Alemão (2001, 2003 e 2005); Campeonato Francês (2000); Copa da Alemanha (2003, 2005, 2006)
Copas: 1 (2002 e 2006)
O lateral-direito Willy Sagnol nasceu em uma Saint-Etienne que respirava futebol, com vários jogadores talentosos brilhando na equipe local, como Larqué, Rocheteau e Santini. Seu jogo, porém, é bem diferente do aplicado pelos craques franceses do passado.
Lateral de força, Sagnol privilegia o físico em detrimento da técnica. Sua reputação perante a opinião pública mudou aos poucos, principalmente após se transferir para o futebol alemão, em 2000. Fora do país, o francês finalmente atingiu o ápice da carreira defendendo o Bayern de Munique.
Hoje, Sagnol é visto com mais simpatia. O crescimento técnico coincidiu também com o nascimento da filha, em 2002. Foi o período em que conseguiu se fixar no elenco da seleção.
Outra de suas características é o apoio, seja puxando contra-ataques, chutando de fora da área ou cruzando a bola para os atacantes.
Convocado para o Mundial da Coréia e Japão, ficou na reserva na vexatória campanha dos "Bleus", que perderam dois jogos e empataram um. Foi a pior defesa de título de uma seleção campeã da edição anterior.
O jogador, no entanto precisou da "ajuda" de Lilian Thuram para virar titular. O veterano trocou a lateral pela zaga, sua posição de origem, em 2004. A vaga, então, ficou aberta para Sagnol.
O lateral conquistou definitivamente seu espaço no time azul com a chegada do técnico Raymond Domenech, após a eliminação para a Grécia no Campeonato Europeu.
Titular absoluto no Mundial da Alemanha, Sagnol mostrou muita seriedade e competência na campanha do vice-campeonato francês.
Um dos mais regulares do elenco, disputou todas as partidas, com participação decisiva nos desarmes (média de 15 por jogo) e passes (33,1).
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