Nascimento:
26/04/1977, em Lugano
Peso: 75 kg
Altura: 1,78 m
Posição: meia
Clubes: Sion (1993 a 1997), Werder Bremen-ALE (1997 a 2001), Atletico Madri-ESP (2001), Hamburgo-ALE (2001 a 2006)
Títulos: Campeonato Suíço (1997), Copa da Suíça (1995 / 1996 / 1997), Copa da Alemanha (1999)
Copas: 1 (2006)
Volante versátil, Raphael Wicky é um dos mais experimentados jogadores do futebol suíço atual. Egresso das seleções sub-17 e sub-21, formou uma consistente trajetória na seleção principal.
Fã de Maradona, o jogador iniciou a carreira no Sion. Nos mais de quatro anos em que defendeu o time, sofreu com uma série de contusões devido ao fraco porte físico.
A mudança para o futebol alemão - foi para o Werder Bremen em 1997 -, fez com que ele ganhasse massa muscular e se tornasse também um jogador temido pela força física.
Em 2001, chamou a atenção do espanhol Atlético de Madri. Ficou, no entanto, somente seis meses no país ibérico antes de retornar ao futebol alemão, desta vez pelo Hamburgo, no qual está até hoje. Conseguiu se firmar na equipe e é um dos jogadores mais respeitados por torcedores, companheiros e comissão técnica. É comum a torcida gritar "Raphi, Raphi", como é carinhosamente chamado das arquibancadas, durante suas apresentações.
A estréia pela seleção suíça ocorreu em abril de 1996, em um amistoso contra o País de Gales. Como o time vermelho ficou afastado das grandes competições durante vários anos, reapareceu para o mundo somente na Eurocopa-2004, disputada em Portugal. Jogou as três partidas da equipe que foi desclassificada logo na primeira fase, com derrotas para Inglaterra (3 a 0), e França (3 a 1), além do empate sem gols contra a Croácia.
Nas eliminatórias, disputou oito das 12 partidas da seleção. Fez, inclusive, um dos gols na vitória sobre as Ilhas Faroe, por 3 a 1, fato raro em sua carreira.: o jogador balançou as redes apenas oito vezes em 13 anos como profissional.
Mas, se não anota gols, exerce uma função muito importante dentro do time. Dá consistência e segurança à defesa e, de quebra, faz bem a ligação com o ataque.
No Mundial da Alemanha, Wicky foi titular do técnico Otto Pfister. As duas vezes que foi substituído na competição aconteceram nos finais das partidas contra a França e Coréia do Sul.
Com grande movimentação no meio de campo, foi uma das peças centrais do sistema de jogo suíço baseado na defesa.
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