EFE
Armmador da Alemanha, Ballack foi o maior ladrão de bola dos jogos
Muitos ainda duvidavam, mas a Alemanha chegou para valer.
Com uma verdadeira "blitz", passou por cima de seu adversário nas oitavas-de-final. E, neste sábado, não foi contra nenhuma Costa Rica ou Polônia, mas, sim, a Suécia, time com mais tradição e futebol - e azarão de alguns especialistas europeus.
Os dois gols nos 12 primeiros minutos foram naturais para o ritmo que o time quis impor em campo. No total, foram 148 desarmes para os donos da casa, contra 111 dos adversários. Combate que rendeu 10 minutos a mais de posse de bola (cerca de 30 contra 20).
Isso porque a Suécia foi forçada a errar 52 de seus 258 passes (20,2%). Apesar do aproveitamento sueco não ser dos piores, os escandinavos ficaram sem volume de jogo. Os alemães trocaram 491 passes (233 a mais) nos 90 minutos, convertendo 89,18%.
Com a bola no pé, a Alemanha não se furtou ao ataque. Impulsionada pela torcida, que tornou o Allianz Arena um caldeirão, a equipe chutou 29 meses para o gol, contra seis da Suécia. Só o capitão Michael Ballack, também o maior ladrão de bolas do jogo, arriscou nove vezes.