O técnico Carlos Alberto Parreira ganhou ainda mais motivos nesta segunda-feira para redobrar a atenção dada à seleção australiana.
O time da Oceania, que será o segundo rival do Brasil na Copa, derrotou o Japão por 3 a 1, com a primeira virada do torneio alemão.
"A Austrália não é uma surpresa, porque é uma equipe que eliminou o Uruguai na repescagem. Surpreendente sim foram as circunstâncias da partida, já que o Japão estava jogando bem", disse.
"O que me deixa estupefato é que tenha terminado 3 a 1. O que aconteceu para que o Japão tenha deixado escapar a vitória nos últimos instantes?", indagou.
Ronaldinho Gaúcho também se disse surpreso, mas adotou um discurso mais comum. "Foi uma surpresa que mostra que cada partida será mais complicada", avaliou. "Mas nós só pensamos em nós e em nossas possibilidades".
O elenco brasileiro assistiu apenas ao primeiro tempo do confronto entre os rivais do Grupo F e deixou a segunda metade do jogo sendo gravada, para comandar o treino de reconhecimento de campo do Estádio Olímpico, em Berlim.
Na saída do estádio, aliás, o ônibus brasileiro cruzou com o croata, que rumava para fazer seu treino, segundo informou o site oficial da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Na tentativa de amenizar o clima para o confronto desta terça-feira, Parreira assegurou que não disse aos jogadores brasileiros que seu time reserva seria melhor que o croata.
"Nosso time B é melhor que muitas seleções que estão na Copa, mas em nenhum momento eu me referi à Croácia", disse.