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  24/07/2006 - 17h35
Dunga: em campo, raça; fora dele, frases fortes

Da Redação
Em São Paulo

Nossa geração mostrou como se ganha um Mundial: com determinação, qualidade, garra e vontade. Só o talento não basta. O talento apenas desequilibra

Isto É Gente, julho de 2002

Os dois grupos tinham em comum a união e a vontade de vencer. Ambos passaram pelas eliminatórias enfrentando problemas, o que acabou forçando os jogadores a uma concentração maior

Isto É Gente, julho de 2002, sobre as semelhanças entre os times campeões de 1994 e 2002

Scolari vai carregar para o resto da vida o mérito de ter mantido suas convicções e, com elas, ter levado o Brasil ao penta

Isto É Gente, julho de 2002

Meu contrato com o Internacional é a vida

Zero Hora, quando retornou ao Internacional, em 1999, quinze anos depois de começar a carreira no clube gaúcho

 

São muitos, mas os primeiros exemplos que me vêm à cabeça são de dentro de casa: meu pai e minha mãe. Mas acho que Ayrton Senna, Paula e Hortência são grandes exemplos também

Revista Profissional & Negócios, em 2006, a respeito dos modelos de vida

 

A melhor maneira de fazer com que o grupo esteja comprometido é com você sendo liderado pelo grupo. Precisa ter consciência de que você é importante, mas não indispensável

Revista Profissional & Negócios, em 2006, sobre sua liderança nos tempos de jogador

Em 1994, éramos só nós. Em 98 abriu muito, começaram a dar entrevistas exclusivas, eventos... De fora, a Copa é uma festa. Para quem está lá, é trabalho duro e sério

Frase do início do ano, preocupado com a agitação e badalação em torno dos atletas

 

O Pelé foi o Pelé na seleção brasileira porque tinha equipe excepcional ao seu lado. Só se tivermos um bom grupo que o talento do Ronaldinho vai brilhar

Antes da Copa, o ex-jogador comentou a expectativa em torno de Ronaldinho

Se jogavam, por que não provaram? Zico e Falcão foram grandes craques, mas infelizmente não ganharam uma Copa

Como capitão da seleção em 1995, Dunga refuta supremacia da geração de 82

 

Os mais jovens precisam aprender logo que na seleção vale mais o sacrifício. Vaidades têm de ser esquecidas

Também em 1995, avaliou que os selecionáveis não podiam se levar pela fama

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