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    • Ayrton Senna [10186];
    • Monte Carlo [18370];
    • GP de Mônaco [10490];
Fotos
Logo em sua estreia no GP de Mônaco, veio o primeiro pódio da carreira em uma das corridas mais controversas da história da Fórmula 1. Senna se classificou em 13º no grid e já na 19ª volta assumiu a segunda colocação ao ultrapassar Niki Lauda, que já tinha dois títulos mundiais. Com seu limitado Toleman, Senna passou a ameaçar o líder Alain Prost, da McLaren. Sob forte chuva, Prost solicitou a interrupção da corrida e foi atendido ao final da volta 32. Senna passou o francês pouco antes de cruzarem a linha de chegada, comemorou a vitória, mas em atenção ao regulamento a vitória foi concedida a Prost, líder da corrida antes da bandeira vermelha, já que a volta 31 foi a última completada por todos os competidores Arte/UOL Mais
Ayrton Senna começava a mostrar sua soberania e domínio de Mônaco. Apenas em seu segundo GP disputado no principado, conquistou a pole position. Após garantir o tempo mais rápido muito cedo na qualificação, Senna começou a 'passear' na pista, atrapalhando seus oponentes, especialmente Michele Alboreto, da Ferrari. Na corrida, o piloto, já na Lotus, manteve a liderança até a 13ª volta, quando teve problema no motor e abandonou a prova Arte/UOL Mais
Ainda em busca de sua primeira vitória no GP de Mônaco, Ayrton Senna novamente viu o rival francês Alain Prost ganhar pela terceira vez consecutiva a charmosa prova. O brasileiro largou em terceiro e terminou na mesma colocação, tendo liderado, no entanto, entre as voltas 35 e 41, na parada de Prost para o pit stop. O que o francês não sabia era que seu reinado estava prestes a ser interrompido por Senna, o maior vencedor da história de Mônaco. Arte/UOL Mais
Enfim, a primeira das seis vitórias de Senna em Mônaco. Na temporada em que o também brasileiro Nelson Piquet viria a ser campeão, Ayrton deu show em Monte Carlo e cruzou a linha de chegada mais de 30 segundos à frente do segundo colocado, o compatriota Piquet. No pódio, sobrou para a família real de Mônaco. Senna mostrou que também fazia parte do 'reinado' e deu um banho de champagne no Príncipe Rainier Arte/UOL Mais
O GP daquele ano tinha tudo para ser um dos mais fáceis para Ayrton Senna. Quase um segundo e meio à frente do 2º colocado, Alain Prost, na qualificação, Senna assumiu tranquilamente o domínio da prova e caminhava para mais uma vitória. A 12 voltas do fim, porém, perdeu o controle de sua McLaren e bateu perto da curva do Cassino. Revoltado, deixou o circuito e decidiu ir a pé para sua casa em Mônaco, só dando notícias para sua equipe no dia seguinte. Assim, Alain Prost novamente terminou em 1º lugar. "O acidente em Mônaco me levou para perto de Deus. Mudou muito minha mentalidade", disse Senna Arte/UOL Mais
1989 marcou o início da série de cinco vitórias seguidas de Ayrton Senna no GP de Mônaco. Após conquistar a pole position, o brasileiro começou a abrir larga vantagem sobre o vice-líder Alain Prost. Na volta 32, um acidente com outros pilotos beneficiou ainda mais o brasileiro. Piquet se chocou com Andrea de Cesaris e ambos ficaram emperrados no meio da pista. Com o acidente, Prost perdeu cerca de 20s e o contato com Senna, que pilotou tranquilo rumo a mais uma conquista Arte/UOL Mais
Com mais uma pole em Mônaco, Senna não encontrou grandes dificuldades para liderar de ponta a ponta e vencer seu terceiro GP em Monte Carlo. Para não dizer que não houve sustos, o brasileiro ouviu um barulho estranho em seu carro nas últimas voltas e diminuiu o ritmo, permitindo aproximação de Jean Alesi, da Tyrrell. Mas conseguiu suportar a pressão. O segurança da família real se preocupou, então, com mais um possível banho de champagne de Senna no príncipe e solicitou que o chefe da McLaren, Ron Dennis, pedisse para que o piloto não repetisse o feito de 87. Senna obedeceu e premiou Ron e o segurança com um banho de espuma Arte/UOL Mais
Em 1991, Ayrton Senna igualou o número de vitórias do francês Alain Prost, com quatro, e ficou mais próximo do até então recordista do GP de Mônaco, o britânico Graham Hill, que ganhou a prova em 63, 64, 65, 68 e 69. Na corrida, nada de extraordinário atrapalhou o brasileiro, que largou na pole position e liderou da 1ª à 78ª volta até receber a bandeirada final Arte/UOL Mais
Tricampeão mundial, Senna viu a Williams de Nigel Mansell vencer as cinco primeiras provas do ano e largava na 3ª posição em Mônaco. Logo na largada, Ayrton ultrapassou o italiano Ricardo Patrese e assumiu o segundo posto. A 15 voltas do fim, Mansell liderava com larga vantagem, mas teve um problema nos pneus e foi obrigado a voltar aos boxes, perdendo a liderança para Senna. Com um carro muito melhor e pneus novos, Nigel Mansell partiu com tudo para cima do brasileiro, e a Fórmula 1 viveu um de seus momentos mais fantásticos. Foram mais de sete minutos de perseguição, mas Senna segurou o 1º lugar para sua quinta vitória no GP de Mônaco. Logo após a bandeirada, o Motor Honda de Senna fumou depois de tanto desgaste Arte/UOL Mais
A prova e vitória derradeira no GP, que transformou Senna em 'Mister Mônaco'. A última conquista não veio facilmente. Na classificação, o brasileiro ficou em terceiro lugar. Com a punição do líder Prost de 10 segundos nos boxes, porém, Ayrton pulou para segundo, atrás de Michael Schumacher. O tráfego começou a atrapalhar o primeiro colocado, que na 33ª volta acabou saindo da prova, com problema no motor. Senna fez então o que mais gostava em Mônaco, passear na pista e dar uma aula de pilotagem para vencer sua sexta e última corrida em Monte Carlo Arte/UOL Mais
O GP de Mônaco não tinha mais seu Rei nas pistas. A prova foi a primeira na Fórmula 1 após a morte de Ayrton Senna em Ímola. Em homenagem, a FIA deixou a pole position vazia, e, no lugar do carro, pintou a bandeira brasileira e a assinatura de Senna. Após o sinal verde, Schumacher venceu a 1ª de suas cinco corridas em Monte Carlo Arte/UOL Mais

A história de Ayrton Senna no Grande Prêmio de Mônaco

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