O técnico Adilson Batista creditou a derrota sofrida pelo Cruzeiro, por 1 a 0, para o Goiás, neste domingo, no Serra Dourada, à falta de entrosamento do time que atuou. Ele montou uma equipe com reservas e juniores, poupando quase todos os titulares para a final da Libertadores. Somente o volante Fabinho, que começou jogando contra o Grêmio, iniciou a partida em Goiânia.
"É o pouco tempo de trabalho, a mudança de sistema, algumas dificuldades, tomamos gol de bola parada. Temos que enaltecer o comportamento dos meninos, o esforço, a vontade. Eles jogaram bem, tentaram neutralizar. Temos que enaltecer o trabalho destes meninos", disse Adílson Batista.
O Cruzeiro entrou em campo com um time bem diferente da equipe que se classificou às finais da Libertadores, diante do Grêmio, na última quinta-feira. Cinco jogadores da categoria de base foram utilizados por Adílson, já que o treinador conta bom vários atletas desgastados fisicamente e lesionados.
"Volto a ressaltar, completo, o Cruzeiro enfrenta qualquer um, em qualquer lugar. Precisa estar inteiro, descansado. Mas não cabe a gente aqui reclamar, lamentar, temos de trabalhar e manter nosso foco", destacou Adilson Batista. Segundo o treinador, sete atletas estão entregues ao Departamento Médico e fizeram falta no jogo contra o Goiás.
Adílson ressaltou que a equipe titular sentiu a falta de entrosamento e também a pouca experiência de alguns atletas. "A proposta era neutralizar e tentar o contra-ataque. No segundo tempo, a gente deixou só o Thiago Ribeiro jogando com dois meias (
Bernardo e Dudu). Alguns precisavam sair um pouquinho para ajudar, ter uma chegada, mas aí não dá para cobrar muita coisa", disse.