Na última terça-feira, o técnico Geninho recebeu a notícia de seu julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), foi adiado do dia 5 para o dia 12 de novembro. Com isso, o treinador pode permanecer no banco de reservas na partida do próximo sábado, contra Santos, às 18h30 (de Brasília), no Pacaembu. Porém, o comandante espera ser absolvido e quer permanecer na beira do campo até o fim do campeonato.
"Minha atitude foi menos grave do que os outros treinadores que foram punidos e tiveram seus recursos aceitos. Espero que os auditores sejam justos, honestos e me absolvam, porque se eu for me preocupar ainda com isso minha cabeça se funde. Vamos torcer para que eu possa estar no banco de reservas e junto dos jogadores nesta reta final", declarou Geninho.
Geninho foi expulso na partida contra o São Paulo e punido por 30 dias, em primeira instância, pelo STJD, no dia 20 de outubro, por "manifestação desrespeitosa ao árbitro", conforme está descrito no artigo 188 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
Porém, o vice-presidente jurídico do Náutico, o advogado Ivan Rocha, obteve um efeito suspensivo para o treinador, que só cumpriu um dia de punição. Caso o Pleno do STJD mantenha a decisão do primeiro julgamento, Geninho terá que ficar 29 dias fora do banco de reservas, perdendo os últimos quatro jogos da equipe na competição.
Após trabalhar fisicamente, em dois períodos na última terça-feira o elenco do Náutico recebeu folga na manhã desta quarta-feira e na parte da tarde se reapresenta ao técnico Geninho que comanda o primeiro trabalho com bola visando o duelo do próximo sábado, contra o Santos.