Com a lesão de André Lima e a notícia que o jogador não atua mais com a camisa do Botafogo nesta temporada, Reinaldo acabou sendo beneficiado. Isto porque, ele voltará a atuar da forma como gosta, ou seja, mais próximo do gol adversário. No entanto, a situação é vista com indiferença pelo atacante. Nas outras partidas, ele vinha atuando um pouco mais recuado para ajudar os outros homens de frente como Jobson, Victor Simões e André Lima.
"A lesão do André Lima foi ruim para o grupo porque ele irá fazer muita falta pela função dele. Tratava-se de uma referência em nosso ataque. Em relação a minha responsabilidade acredito que não irá mudar. Por outro lado, irei ficar mais próximo do gol e espero que eu consiga aproveitar para deixar minha marca mais vezes", afirmou Reinaldo, que recusou trocar a camisa 7 pela 9.
"Isso já seria querer demais. Não dá para escolher. Pretendo usar a sete que sempre me ajudou nos momentos mais difíceis aqui no Botafogo e espero contribuir no próximo jogo. Além disso, historicamente esse número tem importância para o clube", completou.
A camisa sete foi dada para Reinaldo em sua apresentação ao Alvinegro e, desde então, não atuou com outro número, pelo menos quando iniciou os jogos. O número tem importância para a história do clube de General Severiano porque foi usado por Garrincha, o maior ídolo da agremiação.
Para o jogo deste domingo, diante do Coritiba, às 18h30, no Engenhão, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Estevam Soares ainda não definiu quem será o companheiro de Reinaldo na frente: Victor Simões ou Jobson. O segundo treinou durante boa parte do coletivo desta sexta-feira porque o
Pantera foi poupado da atividade.
"O Victor não treinou a parte final do treino porque está com um probleminha no dedão do pé. Treinei com o Jobson nesta sexta-feira, mas só irei definir o time no sábado", avaliou Estevam.