A derrota para o Estudiantes, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, que impediu a conquista do tricampeonato da Libertadores, foi a terceira do Cruzeiro no Mineirão, e somente a primeira com o time titular. As outras duas foram para Barueri e Atlético-MG, ambas pelo Brasileirão, mas nas duas ocasiões Adilson batista poupou titulares e utilizou um time misto.
Pela Libertadores, o Cruzeiro chegou com 100% de aproveitamento até o jogo decisivo, mas teve quebrada não apenas o seu desempenho total, mas também a sua invencibilidade. Dessa forma, o time celeste encerrou sua campanha como mandante vencendo seis de sete partidas, mas sendo derrotado exatamente na mais importante.
O Cruzeiro fez sua estreia na Libertadores exatamente contra o Estudiantes, em fevereiro, quando venceu por 3 a 0. Esse jogo marcou a estreia do atacante Kléber, que assinalou dois gols e foi expulso, nos 14 minutos em que esteve em campo.
Ainda pela chamada fase de grupos, o Cruzeiro derrotou Universitario de Sucre e Deportivo Quito, ambos por 2 a 0. Nas oitavas-de-final foi a vez do Universidade do Chile, batido por 1 a 0. No jogo de ida pelas quartas-de-final, ganhou do São Paulo, por 2 a 1. Já nas semifinais, o Grêmio foi superado por 3 a 1. Nos sete jogos no Mineirão, a equipe comandada por Adilson Batista marcou 14 gols e sofreu quatro.
Até 21 de junho, o Cruzeiro manteve uma invencibilidade de 27 jogos no Mineirão, em pouco mais de nove meses. A série invicta foi interrompida com a derrota por 4 a 2 para o Grêmio Barueri, pelo Campeonato Brasileiro, quando o time entrou em campo com uma equipe mista, para preservar titulares em função da participação celeste na Libertadores.
O último revés, no estádio da Pampulha, havia sido para o Palmeiras, por 1 a 0, em setembro de 2008, também pelo Brasileirão. A segunda derrota, depois do Barueri, foi para o Atlético-MG, no clássico mineiro, domingo passado, por 3 a 0.