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Trabalhador leitor, labutadora leitora, antes do jogo entre Itabuna e Sergipe, resolvi dar uma passada em Itacaré, uma cidadezinha no sul da Bahia onde há praias paradisíacas, sol o ano inteiro, calor, o marulho das ondas, redes e caipirinhas.
Tanto que, enquanto eu olhava o mar e as surfistas, ouvindo o canto dos pássaros e tomando um suco de cajá, pensei que a Série C realmente não é tão ruim quanto as pessoas esperam. Ela não é o fim do mundo, o fundo do poço, um campeonato onde se joga com camisas esfarrapadas e chuteiras com furos no dedão. Na verdade, a qualidade dos jogos não difere tanto assim dos jogos que passam na tevê e, mesmo em outros quesitos, não fica muito a dever às Séries A e B. Enfim, o "C' da Série C não é de "Catastrófica". É apenas de "Comum". |
percorridos desde São Paulo
de gasolina gastos no seu possante
mordidas em refeições e lanches
Lar, doce lar
Os quilos que ganhei