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03/07/2009 - 16h44

Em visita a Lula, capitão Lúcio destaca título e nega medo de gripe na Argentina

Claudia Andrade
Em Brasília (DF)
O lado torcedor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sendo "agraciado". Depois de receber parte da equipe do Corinthians, na última quinta-feira, o líder abriu as portas para um encontro com o zagueiro Lúcio, capitão da seleção brasileira. A visita foi uma espécie de homenagem por conta da conquista da Copa das Confederações, feito obtido no domingo passado, na África do Sul.

Alan Marques/Folha Imagem
Lúcio foi recebido por Lula em Brasília e minimizou risco de gripe na Argentina
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Logo após o encontro, Lúcio demonstrou que, assim como boa parte da população brasileira, Lula também ficou tenso com o jogo. O Brasil venceu por 3 a 2, após os Estados Unidos abrirem dois gols de vantagem.

"O presidente disse que ficou bastante apreensivo no primeiro tempo, com o 2 a 0, e depois comemorou muito", resumiu Lúcio. "Foi uma coisa emocionante ser recebido pelo presidente, o líder do nosso país, é uma coisa que deixa a gente muito feliz", completou o zagueiro, que não deve continuar no Bayern de Munique na próxima temporada.

Apesar de celebrar o passado, a conversa com o líder máximo da nação também girou em torno do futuro da seleção brasileira. Após um amistoso com a Estônia, em agosto, o time nacional volta a campo em setembro, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010. Os adversários serão Argentina e Chile.

Mais do que a rivalidade tradicional com os argentinos, um fato que poderia preocupar a seleção brasileira antecipadamente é a gripe suína, nome popular da gripe A (H1N1). Nesta sexta-feira, por exemplo, o ministro da Saúde do país vizinho, Juan Manzur, confirmou que os infectados podem chegar a 100 mil.

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O técnico Vágner Mancini admitiu que o clube paulista tem interesse no zagueiro da seleção brasileira. "Eu não ia falar, mas é um nome que estávamos conversando. Particularmente eu acho muito difícil ele voltar agora, pois no ano que vem é ano de Copa do Mundo e ele deve querer ficar mais um ano jogando na Europa". Leia mais
"A gente vai lá pra jogar futebol. Sabemos que o país deles está passando por um momento difícil, mas não tem nenhuma preocupação com isso", minimizou o capitão da seleção brasileira, mas sem esperar, no entanto, qualquer tipo de benefício por conta da situação dos argentinos. "Será uma verdadeira guerra".

Inicialmente, a partida entre Brasil e Argentina está marcada para o estádio Monumental de Nuñes, do River Plate, mas o técnico Diego Maradona pressiona para que o jogo seja levado para o Gigante de Arroyito, de propriedade do Rosário Central, de olho em um apoio maior por parte do seu torcedor.

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