O jogador que falou com mais serenidade com a imprensa e que admitiu problemas no comando da seleção foi Sebastián Verón, o melhor no clássico decisivo pelas eliminatórias sul-americanas.
"Não temos que jogar a sujeira para baixo do tapete. É preciso colocá-la para fora e refletir. Conversando, as coisas podem sair muito melhores. Temos que melhorar tudo, de cima para baixo. A análise vai desde o presidente da federação [Julio Grondona] até o último jogador das eliminatórias. Para que a Argentina possa se divertir, não sofrer", disse o meia do Estudiantes.
O melhor jogador da Libertadores deste ano agradeceu bastante a Maradona, porém, por reconvocá-lo para a seleção. Verón foi um dos grandes sacrificados na Argentina após o fracasso da equipe na Copa- 2002, quando foi eliminada na primeira fase.
"Agradeço a Maradona por me permitir voltar à seleção. Tomara que eu esteja na Copa e que atue bem. Estou certo de que Messi será uma das grandes figuras da Copa."
Aliás, Lionel Messi, também preferiu o caminho da autocrítica em vez de se vingar da imprensa.
"Talvez, se tivéssemos feito as coisas de um jeito melhor, a classificação poderia ter chegado antes", disse o atacante, que admitiu não ter conseguido jogar bem pela Argentina. "Eu sei que as coisas não foram do jeito que eu queria, mas vou continuar dando o melhor de mim", afirmou.
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