UOL Esporte Futebol
 
09/11/2009 - 16h59

Top 5: arbitragens polêmicas de Simon costumam beneficiar mandantes

Do UOL Esporte
Em São Paulo
O erro de Carlos Eugênio Simon no duelo entre Fluminense e Palmeiras beneficiou os cariocas que, dentro do Maracanã, enfrentavam o então líder do Campeonato Brasileiro. Com a ajuda do árbitro, que anulou gol legitimo de Obina no primeiro tempo, o time tricolor levou a melhor sobre os paulistas e venceram por 1 a 0.

Arbitragens polêmicas são comuns na carreira de Simon. Confira cinco lances duvidosos apitados pelo árbitro brasileiro que, curiosamente, beneficiaram times mandantes.

As polêmicas "caseiras" de Carlos Eugênio Simon

Fluminense 1 x 0 Palmeiras
O atacante Obina cabeceou para o gol sendo agarrado pelo zagueiro do Fluminense, mas Carlos Eugênio Simon inverteu a falta e anulou o gol do Palmeiras contra o time carioca.
Ceará 1 x 2 Fortaleza
No primeiro jogo da final do Campeonato Cearense deste ano, Carlos Eugênio Simon assinalou pênalti inexistente em Edu Sales, do Ceará. O jogador caiu sozinho dentro da área, mas mesmo após ver as imagens do lance pela TV, o árbitro insistiu na existência da falta.
Estudiantes 3 x 0 Libertad
Na Libertadores deste ano, Simon prejudicou o Libertad ao assinalar um pênalti inexistente do zagueiro Samudio sobre Cristian Ageleri, do Estudiantes. O primeiro gol dos argentinos também foi marcado após falta duvidosa que Simon assinalou. No final do jogo, o árbitro brasileiro foi cercado e quase acabou agredido pelos jogadores paraguaios.
Corinthians 2 x 1 Brasiliense
Simon também cometeu erros na final da Copa do Brasil de 2002. No primeiro jogo da decisão, entre Corinthians e Brasiliense, o árbitro não marcou falta de Gil no lance que originou o segundo gol alvinegro e ainda marcou impedimento inexistente de um jogador do Brasiliense.
Botafogo 2 x 1 Atlético-MG
O segundo jogo das quartas de final da Copa de Brasil de 2007, entre Botafogo e Atlético-MG, foi disputado no Maracanã. Como a primeira partida, no Mineirão, havia terminado empatada por 0 a 0, a equipe mineira ficaria com a vaga no caso de um empate com gols. O jogo estava 2 a 1 quando, perto do final, o zagueiro Alex Bruno fez pênalti em Tchô. Simon ignorou a infração.

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