
O vice-campeonato do Goiás na Copa Sul-Americana, nesta quarta, praticamente encerra a temporada do futebol brasileiro. Tendo somente o Inter e o seu Mundial de Clubes pela frente, o UOL Esporte analisa como os principais times do Brasil se comportaram na temporada que viu os gigantes São Paulo, Palmeiras e Flamengo perderem status e decepcionarem suas torcidas.





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Perdeu o Paranaense para o Coritiba e chegou à zona de rebaixamento no Brasileiro, mas corrigiu o rumo, contratando Carpegiani e 11 reforços. Manteve a recuperação com a chegada de Sérgio Soares e brigou pela Libertadores até a penúltima rodada. Terminou em 5º, sua melhor campanha desde 2004. |
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O clube volta à primeira divisão após sete anos. A salvação da temporada veio no fim do ano, com direito a festa na Bahia e até no Morumbi. A vaga apagou a perda do título estadual para o arquirrival Vitória (quarto vice seguido) e a queda precoce na Copa do Brasil. |
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A equipe pôs fim à sina de vice-campeão ao ganhar o Estadual vencendo os dois turnos. A contratação de Joel Santana foi um marco para o time, que chegou a levar 6 a 0 do Vasco. No Brasileiro, foi prejudicado pelas lesões de atletas importantes e não conseguiu a sonhada vaga para a Copa Libertadores, apesar da melhor colocação desde 1995. |
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Teve uma temporada quase perfeita. Deu a volta por cima em um ano que prometia ser ruim. Manteve Ney Franco e a base que caiu. Mesmo com o Couto Pereira interditado, foi campeão paranaense. Superou o exílio em Joinville e conquistou o título da Série B por antecipação. |
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Tudo deu errado no primeiro semestre do clube. Manteve Adilson Batista, mas não chegou à final do Mineiro, foi eliminado pelo São Paulo nas quartas da Libertadores e começou mal o Brasileiro. Com Cuca, reagiu na competição e brigou pelo título até a rodada final, terminando como vice. |
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Voltou à Série A após dois anos, contrariando o começo de ano ruim. O time sequer conseguiu vaga para a semi do 1º turno do Catarinense e só evoluiu após a chegada do técnico Márcio Goiano, efetivado mesmo não levando o clube à final do Estadual. Ficou sempre entre os líderes da Série B e conquistou o tão sonhado retorno sem grandes sufocos. |
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A fila de 26 anos acabou. Conca sagrou-se ídolo e Muricy virou o marechal da vitória. O time começou animado com a reação no Brasileiro de 2009, mas não fez muito no Estadual. Sem Cuca, e já sob o atual comando, caiu diante do Grêmio na Copa do Brasil. A ascensão veio no Brasileiro. O time foi regular, aproveitou-se de tropeços-chave do Corinthians e foi campeão na rodada final, com a vitória sobre o Guarani. |
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Fez um bom 1º semestre, com a conquista do Gauchão e a semifinal da Copa do Brasil. Quase venceu o campeão Santos. Após a pausa para Copa, tudo desandou. Em crise, esteve na zona do rebaixamento, demitiu Silas e chamou o ídolo Renato Gaúcho. Então protagonizou uma grande reação, terminando o ano com vaga na Libertadores. |
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Prometeu priorizar as competições internacionais e cumpriu. Muitas vezes com reservas, perdeu o Gauchão e teve atuação discreta no Brasileiro. Conquistou o bi da Libertadores trocando de treinador no meio da competição e agora luta pelo Mundial de Clubes. |
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Foi o time sensação do primeiro semestre. Marcou época com goleadas, os dois títulos que venceu (Paulista e Copa do Brasil) e, principalmente, pelo futebol-arte. Sem Wesley, Robinho e André, o ritmo caiu. Com a lesão de Ganso, apostou em Neymar, demitiu Dorival Jr. e tirou o pé no Campeonato Brasileiro, terminando em oitavo lugar. |

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Investiu muito após um bom 2009 e começou a temporada falando em títulos e vaga na Libertadores. Foi campeão mineiro, mas caiu nas quartas da Copa do Brasil. O pior viria no Brasileirão. Desde o início o time brigou para não cair, e só respirou após a saída de Luxa. Com Dorival Jr., o time se livrou do rebaixamento e ainda vai à Copa Sul-Americana. |
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Depois de ter ido bem na volta à Série A em 2009 com Silas, o time animou a torcida ao vencer o Catarinense. Sua primeira vez em competições internacionais também rendeu frutos. O Avaí bateu o Santos e caiu nas quartas da Sul-Americana. O problema é que, no Brasileiro, o time só salvou-se da queda na penúltima rodada. |
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Gastou muito para o centenário. Cercado de expectativa, ficou fora das semifinais do Paulista e caiu nas oitavas da Libertadores. No Brasileiro, tropeçou nas rodadas finais, perdeu o título e terá de ir à Pré-Libertadores. Fora de campo, compensou o fracasso ao construir o CT e ficar próximo de realizar o sonho do estádio próprio, que pode ser a abertura da Copa-2014. |
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Não conseguiu se classificar para as semifinais do Paulista e terminou na sexta colocação. Foi eliminado precocemente da Copa do Brasil e novamente bateu na trave na luta para voltar à elite nacional. Pelo segundo ano seguido terminou em quinto lugar. |
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Manteve a hegemonia em Pernambuco e conquistou o penta Estadual, mas começou mal nas competições nacionais, caiu no início da Copa do Brasil e chegou a ser ameaçado de queda na Série B. Após a chegada de Geninho, conseguiu uma reação impressionante, mas vacilou na reta final e não conseguiu voltar à Série A. |
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Veio da Série B e começou o ano em alta com boas atuações de Dodô. Chegou a fazer 6 a 0 no rival Botafogo. Depois da final da Taça Guanabara, no entanto, caiu de produção no Estadual, perdeu nas quartas da Copa do Brasil e nunca engrenou no Brasileiro, apesar de ter chegado a sonhar com uma vaga na Copa Libertadores. |

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Rebaixado no Campeonato Brasileiro, ausente da final do Goiano, eliminado precocemente da Copa do Brasil e com a crise política que tirou Syd de Oliveira da presidência, o Goiás chegou à final da Copa Sul-Americana e teve tudo para se redimir. Entretanto, o time sentiu a pressão e perdeu a decisão para o Independiente nos pênaltis, finalizando um ano a ser esquecido. |
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Trouxe Vagner Love para jogar com Adriano e apostou no “Império do Amor”. Só que o ataque não evitou a queda nas quartas da Libertadores e a perda do Estadual. O clube ainda viu sua imagem associada às páginas policiais, com a dupla de ataque envolvida com traficantes e Bruno condenado pelo desaparecimento de uma ex-amante. Todo o planejamento se perdeu. No fim, lutou para não ser rebaixado no Brasileiro, e conseguiu o feito de forma melancólica. |
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É um ano para a torcida alvirrubra esquecer. Foi derrotado na final do Pernambucano pelo rival Sport, saiu logo no início da Copa do Brasil e após liderar e ficar um bom tempo entre os primeiros da Série B, caiu de rendimento e lutou contra a queda para a C, que veio na penúltima rodada. |
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Viveu a ressaca do fim traumático de 2009. No primeiro semestre, viu o trabalho de Muricy ruir com um péssimo Paulista e ainda caiu diante do Atlético-GO na Copa do Brasil. Abriu os cofres para repatriar ídolos como Valdivia, Kleber e Felipão, mas voltou a decepcionar com uma campanha irregular no Brasileiro e uma eliminação vexatória na Copa Sul-Americana. |
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Apostou em uma ‘baciada’ de reforços para 2010 e fracassou. Caiu na semi do Paulista e da Libertadores. Teve três técnicos diferentes e, após sete anos, ficará fora da principal competição continental, já que terminou o Brasileiro no 9º lugar. Perdeu status. O único motivo para comemorar é a ascensão de jovens como Lucas, Casemiro e Lucas Gaúcho. |
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Tetracampeão baiano, fez ótima campanha na Copa do Brasil conquistando o inédito vice-campeonato. No Brasileiro, por outro lado, decepcionou. Trocou de técnico três vezes e, no jogo derradeiro, dependendo apenas de suas forças, falhou e amargou o rebaixamento à Série B. |
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