Polícia Civil prendeu sete pessoas acusadas de participarem de briga na Zona Norte
A Polícia Civil encontrou munição, canivete e cassetete na residência de Tiago Alves Lezo, um dos sete presos na segunda-feira acusados de promoverem brigas entre torcidas. Tiago é irmão gêmeo de André Alves Lezo, 21, morto após confusão envolvendo cerca de 500 torcedores de Corinthians e Palmeiras, domingo, na Avenida Inajar de Souza, Zona Norte.
Tiago e André integravam a torcida Mancha Alviverde. Outro irmão, Lucas Alves Lezo é vice-presidente da torcida uniformizada do clube.
A Polícia também recolheu da casa de Tiago computadores, celulares e um quadro com a imagem de um boneco apontando duas armas, escrito ‘Mancha’ nas cores branco e verde.
No confronto entre torcedores, morreram os palmeirenses André Alves Lezo e Guilherme Vinícius Jovanelli. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
De acordo com o diretor do DHPP, Jorge Carrasco, ainda é desconhecida a autoria do homicídio. O DHPP concluiu que a briga foi motivada por vingança da Gaviões devido à morte do torcedor corintiano Douglas Silva, que foi espancado e morto no ano passado.
Alguns investigados no confronto ocorrido no domingo deixaram o Estado de São Paulo, mas deverão ser presos em breve, frisa o diretor. os sete torcedores presos cumprem preventiva de 30 dias.
A Mancha Alviverde diz ter sido alvo de emboscada por parte dos corintianos e crê que a Gaviões alugou um galpão no local da batalha especialmente para aumentar o efetivo no ataque aos palmeirenses. A Gaviões, em nota oficial, nega ter articulado a emboscada.
Na avaliação da delegada Margarette Barreto, não há bonzinhos e nem vítimas nesse confronto. Ela ressalta que torcedores palmeirenses e corintianos se armaram para a briga, acrescentando que não foi solicitada escolta policial justamente para que o embate pudesse acontecer.
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BRIGA COM 500 TORCEDORES RESULTA NA MORTE DE TORCEDOR PALMEIRENSE O torcedor do Palmeiras André Alves, de 21 anos, mais conhecido como "Lezo", morreu na noite deste domingo após uma briga com torcedores corintianos durante a manhã. A polícia investiga se o encontro foi combinado na internet. A grande quantidade de objetos usados para o confronto é um indício de que a briga já estava agendada. Barras de ferro, fogos de artifícios e armas de fogos foram usadas na confusão. LEIA MAIS |
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HOSPITAL CONFIRMA MORTE CEREBRAL DE SEGUNDO TORCEDOR PALMEIRENSE O torcedor palmeirense Guilherme Vinicius Jovanelli Moreira, internado desde domingo após um traumatismo craniano, teve morte encefálica nesta terça. A informação foi divulgada pelo hospital São Camilo, que disse que o jovem de 19 anos respira por aparelhos. Guilherme, conhecido como Vinicius Zulu, estava envolvido na briga generalizada entre torcidas organizadas de Corinthians e Palmeiras no último domingo, horas antes do clássico. LEIA MAIS |
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PEDRAS NO ÔNIBUS DO PALMEIRAS E INÍCIO DE BRIGA GENERALIZADA Um ônibus que levava torcedores do Palmeiras para duelo no interior foi atingido por pedras atiradas por corintianos, em frente à sede da torcida alvinegra Pavilhão 9. O episódio ocorreu no dia 5 de fevereiro. Os palmeirenses desceram do ônibus e iniciaram briga com corintianos. A PM impediu que houvesse briga generalizada. Foram detidos 15 torcedores. Não houve feridos com gravidade. A Justiça proibiu a presença da torcida Pavilhão 9 nos jogos do Corinthians. LEIA MAIS |
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TORCEDOR CORINTIANO MORRE APÓS PERSEGUIÇÃO DE PALMEIRENSES Douglas Silva foi espancado e morto por dezenas de torcedores do Palmeiras em uma praça na Marginal Tietê, em agosto de 2011. Mesmo sem uniforme do Corinthians, Douglas foi reconhecido por uma pessoa, que avisou aos palmeirenses a preferência pelo Corinthians. Douglas estava com dois amigos e ainda tentou fugir, mas não resistiu aos ferimentos. O caso é investigado pela polícia LEIA MAIS |
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BALA DE FOGO EM VEZ DE BORRACHA EM CLÁSSICO EM PRESIDENTE PRUDENTE A Polícia Militar demonstrou despreparo ao monitorar torcedores do Palmeiras em clássico contra o Corinthians, em Presidente Prudente, em agosto de 2011. Em vez de balas de borracha para dispersar a torcida, os PMs atiraram com armas calibre 12. Dois torcedores do Palmeiras foram baleados, sendo um deles Lucas Alves, irmão de André Alves, que morreu neste domingo em briga generalizada. Após o episódio no interior, a Mancha Alviverde foi proibida de ir a jogos. LEIA MAIS |
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PALMEIRENSES ARREMESSAM BARRA DE FERRO DO TOBOGÃ E ASSUSTAM PESSOAS Torcedores do Palmeiras arremessaram uma barra de ferro do tobogã. O objeto caiu no estacionamento do estádio, mas não atingiu ninguém. A polícia militar foi acionada para acalmar os ânimos dos torcedores palmeirenses, que protestavam no Pacaembu após derrota diante do Corinthians, 1 a 0, em agosto de 2010, pelo Brasileirão. LEIA MAIS |
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