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Diretor do Barça deixa portas abertas a Neymar e nega problemas com Dembélé

Hoje no PSG, Neymar teve passagem marcante pelo Barcelona - JOSEP LAGO/AFP
Hoje no PSG, Neymar teve passagem marcante pelo Barcelona Imagem: JOSEP LAGO/AFP

16/11/2018 10h49

Neymar segue sendo assunto no Barcelona. Nesta sexta-feira, o gerente geral do clube, Pep Segura, revelou que as portas não estão fechadas para um possível retorno do atacante ao Camp Nou. O dirigente falou ainda sobre a situação do francês Ousmane Dembélé.

"É um problema que não está na mesa agora. Eu disse em seu dia que todo jovem jogador que se vai por dinheiro não retornará. Nós mantemos isso. Mas as circunstâncias de Neymar são totalmente diferentes porque não estamos falando de jogadores em formação, são jogadores profissionais de futebol que, dependendo das circunstâncias do mercado, teremos que avaliar as melhores expectativas para nós", declarou Segura à rádio Cadena SER.

O dirigente assegurou que Dembélé não está causando problemas no vestiário do Barcelona. O jogador foi até comparado a Robinho pela imprensa espanhola, relembrando a passagem por fim decepcionante do brasileiro pelo Real Madrid.

"Não há problema com Dembélé. É uma situação normal de um jovem jogador que tem muito talento e chegou a um clube muito grande como o Barça, com grandes jogadores e companheiros de equipe. Ele nunca havia vivido antes e isso gera um processo de adaptação que tem que acontecer. Ele é muito jovem e nunca teve que se esforçar para se adaptar a essa forma de jogar e reconhecemos que isso está custando caro a ele. Ele também reconhece isso. O que fazemos é trabalhar para que essa adaptação seja a melhor possível", disse.

Por fim, Pep Segura negou que haja propostas para Dembélé deixar o clube.

"Se você tiver informações da imprensa inglesa, pergunte à imprensa inglesa. Se você tiver informações sobre Liverpool, pergunte a ele em Liverpool. Até hoje não tivemos nada para Dembélé. É verdade que tive uma reunião com os agentes dele. Mas ontem (quinta-feira) eu tive três reuniões com três outros representantes. Meu trabalho é encontrar representantes, eles são coisas comuns", encerrou.