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  09/02/2007 - 17h22
Experiência do América-RJ preocupa o Fluminense

Leonardo Velasco
No Rio de Janeiro

Com os veteranos Junior Baiano (36 anos) e Válber (39) como seus principais nomes, o América-RJ tem um time com uma média de idade alta. Porém, para os jogadores do Fluminense, este é um motivo para a equipe ter ainda mais cuidado na partida deste sábado.

"O fato de eles serem mais experientes é uma vantagem para o América. Podem não ter o mesmo fôlego, mas têm malandragem", analisou o jovem capitão do Flu, o meia Carlos Alberto, de 22 anos.

Além de Carlos Alberto, o Fluminense tem outros seis jogadores com menos de 25 anos. No meio-campo do esquema 3-5-2 escolhido pelo técnico Paulo César Gusmão, o mais velho é Junior César, que atuará como ala e tem 24 anos.

"O América tem jogadores muito bem preparados. Creio que não vamos encontrar facilidade por termos atletas rápidos, apesar da idade deles. Não podemos achar que vamos ganhar apenas na velocidade", alertou o zagueiro Luiz Alberto, um dos mais experientes da equipe tricolor, com 29 anos (apenas Roger e Alex Dias são mais velhos).

O defensor, inclusive, conhece bem o grande destaque do América-RJ na última rodada, em que a equipe alvirrubra derrotou o Vasco por 2 a 1. Autor do primeiro gol americano, Junior Baiano atuou ao lado de Luiz Alberto no Flamengo e no Internacional.

"Conheço há anos o Junior Baiano. Pela altura dele, dificulta para quem está marcando. Então temos que ter muita atenção nas jogadas aéreas", disse o zagueiro, lembrando o gol de cabeça que o adversário marcou na quarta-feira.

Jovem húngaro fora dos planos
O coordenador geral de futebol do Fluminense, Branco, vetou a contratação do volante húngaro Dluztus Andras, de 18 anos. Após observar o jogador em um coletivo em Xerém, o dirigente não considerou que o atleta tenha condições de compor o elenco tricolor.

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