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14/02/2007 - 23h44
Santos contesta pênalti e vê arbitragem como novo 'rival' para o bi
Da Redação Em Santos
O Santos goleou o América, por 4 a 1, na Vila Belmiro, mas a marcação do pênalti que resultou o gol do rival, ao final da primeira etapa, revoltou o elenco do Santos, que disparou uma série de críticas ao árbitro Anselmo da Costa.
O lance que gerou a polêmica aconteceu aos 46 min da etapa inicial, envolvendo o santista Adaílton, que desviou a bola de forma involuntária dentro da área. Nervoso, Fábio Costa disse após o duelo que o Santos terá de passar pela arbitragem caso queira alcançar o bicampeonato estadual.
Para o camisa 1 do Santos, Anselmo da Costa cometeu erro grosseiro ao adotar critérios distintos em duas jogadas semelhantes, uma para o lado do time da Vila e do outro para o América. Inconformado com a infração assinalada, o goleiro Fábio Costa tirou satisfação com o árbitro no intervalo de jogo e acabou recebeu cartão amarelo.
"O problema não é com a marcação do pênalti. A questão é a falta de coerência. O jogador deles botou a mão na bola em uma jogada anterior e o juiz não adotou o mesmo critério do momento do pênalti. Aí é complicado. Time que quer ser campeão tem que vencer os jogos e vencer também os juízes", disparou Fábio Costa em entrevista à rádio Atlântica.
Mais comedido, o técnico Vanderlei Luxemburgo atribuiu o suposto erro do árbitro ao começo de temporada. Anselmo da Costa, segundo o treinador, ainda não atingiu a forma física ideal para apitar um compromisso com excelência.
"O Anselmo retornou faz pouco tempo aos gramados. Deu para notar que ele não entrou para prejudicar A ou B. Acontece que ele ainda não adquiriu a melhor forma, ainda não está com o 'timing' perfeito", avaliou Luxemburgo.
Apesar de isentar Anselmo de qualquer parcialidade durante o jogo, o técnico alvinegro informou que foi preciso dar um basta no intervalo para acalmar os ânimos no vestiário. "Tive que chegar junto dos atletas para pedir que esquecessem o árbitro. Não adiantaria nada ficar reclamando. Estava claro que venceríamos o jogo e não haveria motivo para ficar levando esse problema para o segundo tempo", analisou o treinador.
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