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21/02/2007 - 23h54
Flamengo mantém 100% de aproveitamento contra venezuelanos
Da Redação No Rio de Janeiro
A estréia do Flamengo em casa na Copa Libertadores não poderia ter sido contra um adversário mais apropriado. Nesta quarta, a equipe rubro-negra manteve um tabu expressivo na competição: jogar contra equipes venezuelanas é sinônimo de vitória (a maioria das vezes com facilidade, como nesta noite).
"Tivemos o domínio total da partida. Poderíamos até fazer mais gols, mas reduzimos o ritmo no segundo tempo e perdemos algumas oportunidades" afirmou o atacante Roni.
Com esta, já foram sete partidas e sete triunfos sobre clubes do país vizinho. O Maracaibo se tornou a quarta vítima do Flamengo, juntando-se ao Deportivo Tachira, ULA e Minerven.
Sobre esse último time, o Flamengo aplicou sua maior goleada na Libertadores, 8 a 2, em 1993, no Maracanã. Um dos gols foi marcado por Gaúcho, que na partida de ida também já havia deixado sua marca, no triunfo por 1 a 0.
Em 1991, nem mesmo a pressão da torcida do Deportivo Tachira, time mais popular no país, impediu que o Flamengo vencesse na casa do adversário, por 3 a 2, com três gols do carrasco venezuelano Gaúcho. No Rio de Janeiro, o resultado positivo veio com um placar bem mais tranqüilo(5 a 0).
A primeira participação da equipe carioca contra venezuelanos na Libertadores foi em 1984, diante do pouco conhecido ULA. O time rubro-negro, que posteriormente foi eliminado pelo Grêmio naquela edição, não teve dificuldade para triunfar nas partidas de ida e volta, por 3 a 0 e 2 a 1, respectivamente.
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