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22/02/2007 - 00h30
Jogadores do Flamengo explicam queda de rendimento no 2° tempo
Da Redação No Rio de Janeiro
Quando Obina fez o terceiro gol do Flamengo, antes do encerramento do primeiro tempo contra o Maracaibo-VEN, a expectativa era que a partida se encaminhasse para uma goleada rubro-negra na etapa final. O domínio carioca, no entanto, não se repetiu no complemento do jogo e os atletas apenas administraram a partida, sem criar muitas oportunidades.
| TABU MANTIDO |
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A estréia do Flamengo em casa na Copa Libertadores não poderia ter sido contra um adversário mais apropriado. Nesta quarta, a equipe rubro-negra manteve um tabu expressivo na competição: jogar contra equipes venezuelanas é sinônimo de vitória (a maioria das vezes com facilidade, como nesta noite).
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Aliás, nas únicas duas chances que a equipe teve, Roni e Souza desperdiçaram tendo apenas o goleiro à frente. Como castigo, o Maracaibo-VEN conseguiu um gol a poucos minutos do fim do jogo e reduziu o brilho da vitória.
De acordo com os jogadores do Flamengo, a diminuição do ritmo no ataque foi algo "natural", considerando a vantagem de três gols que o time tinha no placar.
"Acho que a gente fez certo em cadenciar o jogo, porque estávamos com o resultado favorável. Foi algo comum e agimos certo, mas, por infelicidade, tomamos um gol no fim", disse o meia Renato.
Segundo ele, o técnico Ney Franco não tem responsabilidade no declínio da etapa final, já que foi uma decisão dos jogadores a administração do resultado. Quando questionado sobre a importância de ter um saldo de gols alto (primeiro critério de desempate na Libertadores), o apoiador deu de ombros.
"Não precisamos nos preocupar em saldo de gols nessa altura, até porque ainda não está no fim da fase de grupos. Temos muitos jogos pela frente e o mais importante é vencer, somar pontos", afirmou o comandante.
Já Leonardo Moura teve uma visão ainda mais otimista sobre o porte do Flamengo na etapa final. "Jogamos com inteligência. Nenhuma vez no ano tínhamos conseguido trabalhar e tocar tão bem a bola", exaltou.
Moisés diverge Se os jogadores do Flamengo combinaram cadenciar o jogo, o assunto não passou pelo zagueiro Moisés. Irritado com a atuação do time na etapa final, ele criticou a falta de atitude rubro-negra:
"A gente impôs um ritmo forte no primeiro tempo, mas relaxou na marcação na segunda etapa. O time não ficou esperto, porém o mais importante eram os três pontos".
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