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  22/03/2007 - 01h20
Ney Franco destaca bom preparo físico do Flamengo

Da Redação
No Rio de Janeiro

O planejamento feito pelo Flamengo para este primeiro semestre segue sendo realizado com êxito. Quem afirmou isso foi o técnico Ney Franco, comprovando sua teoria com a suposta superioridade física da equipe em relação ao Paraná na partida desta quarta.

BOM TAMBÉM COM OS PÉS
Inúmeras foram as oportunidades que Souza teve para marcar com os pés na partida desta quarta, diante do Paraná. No entanto, ele só conseguiu balançar as redes quando a bola veio pelo alto, escorando um cruzamento de Leonardo Moura.

Apesar de ter feito a maioria de seus gols de cabeça desde que chegou ao Flamengo, o centroavante garante que seu forte é o chute. Para comprovar o que diz, ele pretende exercitar finalização e readquirir o potencial que demonstrou no Goiás, quando se tornou artilheiro do último Campeonato Brasileiro.
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Como o clube rubro-negro conseguiu a conquista da Taça Guanabara, pôde escalar os reserva nas primeiras rodadas da Taça Rio. Desse modo, os titulares foram poupados para os confrontos contra a equipe tricolor, pela Libertadores, arrancando duas vitórias pelo mesmo placar, 1 a 0.

No Maracanã, o treinador explicou que o descanso foi traduzido na maior posse de bola rubro-negra, possibilitando a pressão no campo de ataque durante quase todo o tempo.

"Nossa equipe mereceu o resultado, pois procuramos o tempo todo o gol. Estamos de parabéns, sobretudo na parte física. Temos que evoluir bastante ainda na temporada, porém quanto ao condicionamento estamos bem avançados", explicou Ney Franco.

Passes errados em demasia
Entre os pontos que o Flamengo precisa evoluir, aos quais se refere o técnico, um deles é a grande quantidade de erros de passes. O comandante assume que o time pecou neste quesito diante do Paraná, mas aliviou na cobrança pelas condições da partida.

"O Paraná é uma equipe que marca muito apertado. Às vezes, eles sequer interceptam os passes, mas a presença dos marcadores faz com que a gente toque mal", avaliou o treinador.

No início do primeiro tempo, no entanto, Ney Franco explicou que não foi a pressão tricolor a causa dos erros, mas sim a ansiedade dos atletas rubro-negros.

"Na etapa inicial tivemos uma falta de concentração, capricho. Os jogadores se precipitaram em querer se livrar da bola para puxar o contra-ataque", prosseguiu.

O lateral Leonardo Moura também considerou exagerada a quantidade de erros, mas apresentou uma teoria diferente do técnico para justificar.

"Tivemos mais a bola e, conseqüentemente, pecamos mais. Toda hora queríamos forçar um passe para deixar um companheiro em frente ao goleiro", afirmou o jogador.

Libertadores da América


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