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31/03/2007 - 21h34
Corintianos divergem quanto a protestos da torcida
Da Redação Em São Paulo
Durante o empate por 2 a 2 entre Corinthians e Sertãozinho, neste sábado, no Pacaembu, um grupo de torcedores incomodou bastante o técnico Emerson Leão. O treinador corintiano teria até pedido para que a Polícia Militar prendesse um torcedor posicionado atrás do banco de reservas que insistia em ofendê-lo.
Além do técnico, os protestos da torcida atingiram dirigentes e jogadores. Ao fim da partida, Leão, revoltado com algumas criticas, chegou a afirmar que as pessoas precisam saber o momento de protestar. "Muitas vezes o silêncio é uma excelente forma de protesto. Neste momento, em que o grupo está abalado, com o moral baixo, dirigentes, conselheiros e torcedores precisam escolher o momento certo para se manifestar", ponderou.
O treinador também tentou minimizar suas discussões com os torcedores. "A torcida tem o direito de se manifestar. O que não pode acontecer é um grupo de meia dúzia ficar ofendendo e atrapalhando seu trabalho", prosseguiu Emerson Leão.
Visivelmente abalados com a iminente desclassificação alvinegra do Campeonato Paulista, os jogadores procuraram evitar o contato com os torcedores na saída dos vestiários. Porém, os poucos que enfrentaram os microfones da imprensa deram razão à torcida.
"Nós não fizemos uma boa partida, e a torcida tem todo o direito de cobrar. Eu tenho apenas que me preocupar em jogar futebol, e está difícil fazer isto", afirmou o volante Magrão, ainda no gramado do Pacaembu.
Outro jogador que concordou com os protestos foi o zagueiro Betão, capitão da equipe. "A torcida do Corinthians é maravilhosa e fica do nosso lado quando fazemos a nossa parte. Eles têm todo direito de aplaudir ou vaiar quando achar que devem", afirmou. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s)
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