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05/04/2007 - 00h00
Fla quebra tabu de seis anos e volta a vencer fora do Brasil
Da Redação No Rio de Janeiro
Com um passado de conquistas sul-americanas e de um Mundial, o Flamengo não vinha fazendo valer seu status no exterior desde 2001. Enfim, no confronto contra o Maracaibo, na Venezuela, nesta quarta-feira, o clube voltou a arrancar uma vitória em terras estrangeiras.
| JOGOS FORA, DESDE 2001 |
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| 24/10/01 - Flamengo 0 x 0 Independiente-ARG - Mercosul |
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| 20/01/2002 - Flamengo 1 x 1 San Lorenzo-ARG - Mercosul |
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| 06/02/2002 - Flamengo 0 x 0 Onde Caldas-COL - Libertadores |
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| 13/03/2002 - Flamengo 1 x 2 Universidad-CHI - Libertadores |
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| 10/04/2002 - Flamengo 0 x 2 Olimpia-PAR - Libertadores |
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| 08/02/2006 - Flamengo 1 x 2 Peñarol-URU - Amistoso |
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| 11/02/2006 - Flamengo 3 x 4 Nacional-URU - Amistoso |
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| 18/10/2006 - Flamengo 1 x 2 América-MEX - Amistoso |
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| 14/02/2007 - Flamengo 2 x 2 Real Potosí-BOL - Libertadores |
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Neste período de seca, o time disputou torneios importantes como a Libertadores e a extinta Mercosul, sendo que a ineficiência longe de seus domínios prejudicou o avanço nas competições. Até mesmo quando a partida não valia nada, apenas um amistoso comemorativo, a equipe fez a alegria dos adversários.
Nesta quarta, pelo contrário, o Flamengo parecia estar jogando em casa em alguns momentos e encontrou facilidades para derrubar o Maracaibo. Diante de uma equipe que comprovou em campo o porquê da péssima campanha na Libertadores, os rubro-negros não precisaram de muito esforço para construir o resultado positivo.
A situação foi bem diferente da estréia na competição, quando os jogadores cariocas sofreram e foram coroados como heróis pelo empate contra o Real Potosí, na altitude boliviana. O estado em que os atletas disputaram a partida, alguns precisando da ajuda de um tubo de oxigénio para completar os 90 minutos, fez a diretoria protestar e ameaçar jamais voltar a participar de confrontos em "condições subumanas", como escrito na nota oficial.
Nem sempre, no entanto, nestes anos de resultados negativos, o Flamengo pôde colocar a culpa nas variações climáticas. Confira ao lado os adversários que o clube não conseguiu derrubar, a partir da vitória sobre o Olímpia, fora de casa, pela Mercosul, em 2001, até o confronto desta quarta.
Freguês venezuelano O triunfo contra o Maracaibo significou também a manutenção de um tabu favorável ao Flamengo quando enfrenta clubes venezuelanos. Em todas as oportunidades, na Libertadores, que duelou contra equipes deste país, deixou o campo vitorioso.
O popular Deportivo Táchira, além de ULA e Minerven já haviam sido vítimas rubro-negras em outras ocasiões, duas vezes cada. Esse último, sofreu a maior goleada já aplicada pelo Flamengo na Libertadores. Em 1993, o time carioca construiu o elástico triunfo por 8 a 2, no Maracanã.
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