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  26/04/2007 - 01h34
Ceni não marca e rompe com histórico na fase de grupos

Leandro Canônico
Em São Paulo

A partida desta quarta-feira, contra o Audax, marcou o encerramento da segunda fase da Libertadores da América. Representou também algumas marcas negativas para a carreira do goleiro Rogério Ceni. Sem marcar um gol sequer de falta, o camisa 1 são-paulino ratificou a má fase na função de artilheiro neste ano - ele anotou dois gols na temporada, em pênaltis contra Corinthians e Palmeiras.

Ao não anotar no empate por 2 a 2 contra os chilenos, Rogério renegou seu retrospecto particular nesta etapa da competição continental. Nos três últimos anos no torneio, o capitão sempre deixou sua marca na fase de grupos. Em 2004, contra o Alianza Lima (PER), fora de casa, ele marcou de falta pela primeira vez. Na temporada seguinte, ano em que o clube paulista conquistou o tri, fez diante da Universidad de Chile (CHI). Por fim, em 2006, fez de pênalti no 2 a 0 sobre o Caracas (VEN).

Se tivesse conseguido vazar o goleiro Peric, Rogério Ceni teria se tornado o maior artilheiro do clube na história da Libertadores. Hoje, ele divide o topo com Palhinha, Muller e Pedro Rocha - cada um marcou dez gols.

Foi por muito pouco que Ceni não rememora o dia 26 de novembro do ano passado, data em que o São Paulo bateu o Cruzeiro por 2 a 0, no estádio do Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, marcou após cobrança de falta e, desde então, não balança as redes adversárias desta forma.

Aos 41min da segunda etapa final, Rogério quase dá a vitória à sua equipe. Em lance de bola parada, da entrada da grande área, o camisa 1 colocou a bola com precisão, por cima da barreira, caindo no canto direito baixo de Peric, do Audax (CHI). O goleiro do time estrangeiro, porém, saltou e conseguiu realizar a intervenção.

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