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Durante as 11 partidas amistosas que marcaram a gestão de Dunga à frente da seleção brasileira, o setor ofensivo vem sendo um dos que mais apresentam variação de nomes. No período que se ensaia como a "era pós-Ronaldo", as vagas no ataque seguem em aberto às portas da Copa América.
Um dos nomes que se candidata a um posto mais seguro entre os titulares do ataque é o atacante Vagner Love, jogador que esteve presente em boa parte dos amistosos da seleção com Dunga. O atacante do CSKA admite que a Copa América, competição descartada pelas principais estrelas da seleção nas últimas edições, pode servir para que um jogador emplaque de vez na equipe, como aconteceu com Adriano na conquista brasileira de 2004, no Peru. "Qualquer jogo com a seleção é importante. Claro que a Copa América é uma competição muito importante. Serve como ponte para as eliminatórias e depois até para a Copa do Mundo", opina Love, que, na condição de reserva de Adriano, esteve no grupo campeão da Copa América em 2004. Na opinião do jogador do CSKA, a referência de Ronaldo, dono da camisa da seleção por mais de uma década, serve como uma referência positiva, não como uma cobrança injusta para os nomes que brigam para se firmar no setor. "Essa história do Ronaldo não é um fantasma para gente. Ele foi um ídolo, ganhou uma Copa do Mundo. A gente tem que fazer o mesmo que ele: ganhar títulos e fazer gols. Cada um está buscando o seu espaço", afirma. Vagner Love é um dos três atacantes que a seleção conta atualmente na Granja Comary, na preparação para a Copa América, ao lado de Afonso e Fred. A comissão técnica ainda espera o desfecho do caso Robinho - o jogador permanece na Espanha, onde o Real Madrid reivindica seu aproveitamento em partida decisiva do Campeonato Espanhol no domingo. O melhor jogo de Love na gestão de Dunga à frente da seleção foi em março deste ano, na Suécia, na vitória por 1 a 0 sobre Gana, quando o atacante do CSKA anotou o único gol da partida. |