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13/06/2007 - 15h27

Iarley recomenda: "Grêmio precisa ter cabeça fria na Bombonera"

Da Redação
Em Porto Alegre
O camisa 10 do Inter vestiu por dois anos a camisa que foi de Maradona: a 10 do Boca Juniors. Aos 33 anos, o atacante Iarley foi campeão mundial com o clube argentino. Conhece como poucos a Bombonera, o mítico estádio de Buenos Aires que esta noite abrigará a primeira partida da final da Copa Libertadores da América.

Segundo Iarley, é impossível não se impressionar com o estádio lotado. Ele esteve lá pela primeira vez em 2003, quando o Paysandu surpreendeu os donos da casa e bateu o Boca por 1 a 0, gol dele, Iarley, em plena Bombonera, pelas oitavas-de-final da Libertadores - depois, em Belém, o Paysandu acabaria sendo eliminado, ao levar 4 a 2 do Boca Juniors, no Mangueirão.

Após aquela desassombrada atuação em Buenos Aires, Iarley foi contratado pelo Boca, com quem foi campeão mundial naquele mesmo ano, diante do poderoso Milan.

"Os dez primeiros minutos na Bombonera você acaba sentindo a torcida, o estádio, o barulho. É infernal. Depois, se esquece a torcida. Aquele que tremer é porque não é jogador de decisão. Tem que entrar em campo e esquecer o que tem lá fora. A torcida do Boca empurra e o time responde. Tem que ter cabeça fria para jogar lá", recomenda o atacante colorado.

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