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Em jogo que marcou a despedida das duas seleções da Copa América, a Colômbia bateu os Estados Unidos por 1 a 0 nesta quinta-feira em Barquisimeto, Venezuela. Desta forma, os colombianos se despedem de maneira um pouco mais honrosa da competição, após sofrerem duas goleadas nos dois primeiros jogos (5 a 0 para o Paraguai e 4 a 2 para a Argentina).
Ainda nesta quinta-feira, Argentina e Paraguai, ambos com seis pontos, disputam quem será o primeiro colocado do grupo C, que tem a Colômbia em terceiro e os Estados Unidos em quarto. Os paraguaios jogam por um empate simples para serem os primeiros da chave. Apesar de já estar desclassificada, a Colômbia começou com mais vontade na partida. Por isso, o gol não demorou a acontecer. Aos 14min, Zuninga cruzou pelo lado esquerdo para Castrillón, que testou de cabeça sem chances para o goleiro rival. Aos 32min, grande chance para os colombianos aumentarem a vantagem. Rodallega invadiu a área pela esquerda e foi derrubado pelo goleiro Guzmán. Pênalti, que o próprio atacante cobrou, para a boa defesa do goleiro norte-americano. Foi o segundo pênalti desperdiçado pela Colômbia em três partidas na Copa América. O primeiro foi na derrota por 5 a 0 para o Paraguai. No segundo tempo, as duas equipes voltaram errando muitos passes, e com poucas oportunidades de gol. O panorama começou a se modificar aos 23min, quando o goleiro Zapata saiu no desespero e deixou o gol vazio. O atacante Johnson tentou o arremate, mas chutou para fora, desperdiçando grande oportunidade. Aos 35min, boa chance para a Colômbia. Chitiva saiu na cara do gol, mas preferiu tocar para Rodallega no meio. O zagueiro dos Estados Unidos se recuperou a tempo de salvar o gol colombiano. Seis minutos depois, um lance pouco comum. O goleiro Zapata recebeu o segundo cartão amarelo após fazer cera e foi excluído de campo, o que gerou muitos protestos dos colombianos. Como a Colômbia já havia feito as três substituições, Rodallega foi para o gol. Mesmo assim, os Estados Unidos não conseguiram dar um chute a gol, prova da fragilidade do time. |