
"O momento mais bonito da apresentação, sem dúvida, foi o vídeo do Felipão dizendo os motivos dele passar suas férias em Florianópolis. O técnico fala da ótima qualidade de vida na cidade e a recomenda a todos. Escolhemos o Felipão porque o primeiro clube que ele treinou foi o Criciúma e ele foi campeão da Copa do Brasil [em 1991]", contou Carlos Gonzaga Aragão, diretor de patrimônio do Figueirense. Esquivando-se de falar dos problemas a serem solucionados na cidade para que a mesma possa receber uma Copa do Mundo, o cartola do Figueirense apontou como principal empecilho nessa caminhada a concorrência de fortes cidades da região sul e sudeste, como Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. "Não vemos nenhum problema na cidade que possa atrapalhar. O único empecilho que sentimos até o momento é a grande concorrência de cidades do sul e sudeste. Mas estamos com um bom projeto e vamos conseguir a Copa", declarou Aragão. O projeto do novo estádio do Figueirense tem um orçamento de R$ 150 milhões e previsão de entrega da obra para o final de 2012.
"Somos um estado modelo em qualidade de vida. Não nos vejo mais fraco politicamente. Podemos perder dos nossos principais concorrentes em economia, mas não acho que a CBF vá analisar esse lado político. Mas temos o presidente da Federação Catarinense que tem um bom trânsito por lá", disse Carlos Aragão. Um novo estádio Orlando Scarpelli será construído de qualquer maneira, com ou sem a Copa do Mundo. O que muda é o orçamento. Se for uma das cidades eleitas, o dinheiro investido, sem ajuda do governo, segundo Aragão, será de aproximadamente R$ 150 milhões. Caso contrário, a verba cai para R$ 70 milhões. Além de Carlos Gonzaga Aragão estiveram presentes na apresentação à comitiva da Fifa neste sábado o secretário de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina, Gilmar Knaesel, o prefeito da cidade, Dário Berger, o vice-governador, Leonel Pavan, e o vice-presidente da CBF na Região Sul, Fábio Nogueira. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |