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Desde o começo da visita da comitiva da Fifa ao Brasil, na última quinta-feira, foi comunicado que os inspetores da entidade não dariam entrevistas. Mas nesta terça-feira, em Belo Horizonte, nem mesmo as conversas deles com os representantes da cidade foi possível acompanhar mais de perto. A "censura" aumentou.
No dia anterior, no Distrito Federal, foi possível ouvir os principais questionamentos dos representantes da Fifa aos postulantes a sede. Assim, os problemas atuais ficaram mais evidentes, o que a assessoria do governo de Minas Gerais quis evitar. Durante o almoço da comitiva com representantes do governo e da CBF, o restaurante ficou fechado. E diferentemente do que aconteceu nos outros locais visitados em Belo Horizonte, não foi sequer aberto para imagens. No centro de treinamento do Cruzeiro, a Toca da Raposa, a imprensa teve de se afastar depois de minutos liberada para imagens. A segurança do Cruzeiro fez marcação serrada nos fotógrafos e jornalistas que tentavam chegar mais perto. Já na Cidade do Galo, complexo de treinamento do Atlético-MG, a situação foi mais tranqüila. E no final da visita foi possível ver que os inspetores da Fifa se preocuparam em saber a capacidade dos alojamentos e sobre a iluminação dos campos. Depois de conhecer as instalações do Atlético-MG, a comitiva da Fifa encaminhou-se diretamente ao aeroporto de Confins, de onde embarcaria às 17h30 para São Paulo, próxima cidade a ser visitada. Porto Alegre e Rio de Janeiro encerram o ciclo. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |