
|
O técnico Dorival Júnior reagiu com tranqüilidade à suspensão de 120 dias imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), na noite desta quarta-feira, quando o órgão o considerou culpado pela invasão do gramado no intervalo da vitória sobre o Botafogo, por 3 a 2. O treinador diz esperar que a sua punição não seja um caso isolado.
"Espero que seja o início de outras confrontações também, que realmente se tome a mesma atitude em outras situações e que se apure as verdades, já que no nosso país estamos acostumados a ver muitas coisas erradas. Se isso aqui servir de exemplo eu me sinto tranqüilo para que possa cumprir essa pena da maneira mais segura possível", comentou Dorival Júnior. Segundo ele, é importante que todos saibam como exigir futuramente outras situações e que tenha o desenrolar de punições a quem o merecer. "Se assim for vou ter de cumprir sem problema nenhum, mas espero que sirva de exemplo a todos e não apenas a um caso isolado", ressaltou. Indagado se o depoimento do árbitro Leonardo Gaciba, que relatou a invasão de campo por Dorival, exatamente há um mês, e foi intimado a comparecer ao julgamento, foi determinante para sua punição, o treinador disse não saber, evitando qualquer tipo de polêmica em relação ao seu acusador. Por causa do julgamento, Dorival Júnior não comandou o Cruzeiro no jogo contra o Paraná, em Curitiba. A audiência começou com cerca de 20 minutos de atraso, por volta das 18h30 e quando a sentença foi anunciada o jogo no Estádio Durival de Brito já havia começado. O time cruzeirense foi comandado, na beira do gramado, pelo assistente técnico Ivan Izzo, que contou com a orientação do treinador, que acompanhou a maior parte do jogo pela televisão, do Rio, e se comunicou por telefone celular com o treinador interino. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |