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A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, se esquivou ao ser questionada sobre o plano de investimentos do estado gaúcho caso a Copa de 2014 seja mesmo realizada no Brasil. Mas o secretário estadual de turismo, esporte e lazer, Luís Augusto Lara, decretou o estado e a capital falidos, mas com chances de sediar.
Sem expor uma situação como a citada por Lara, a governadora do Rio Grande do Sul falou apenas de uma maneira bem genérica sobre a situação da cidade. E prometeu todas as melhorias já prometidas por outros governadores de estado nas outras candidatas à sede da Copa do Mundo de 2014. "Vamos continuar trabalhando em favor da educação, da segurança da população, no transporte. É claro que vamos ter também investimentos de empresas privadas", comentou a governadora gaúcha, que pertence ao PSDB. Diferentemente do que fez em Brasília quando questionado sobre um teórico favoritismo das cidades visitadas in loco, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deu certo favoritismo aos gaúchos. Em seu discurso antes da coletiva de imprensa no Palácio do Piratini, ele elogiou a cidade e a estrutura dos clubes. "Porto Alegre é uma cidade com um futebol muito forte, com dois clubes campeões do mundo [Grêmio e Internacional]. Mais do que ninguém merecia ser visitada", discursou o mandatário do futebol brasileiro. Inicialmente, somente o Beira-Rio, estádio do Internacional, está concorrendo. Embora o grêmio tenha o projeto de um novo estádio para substituir o Olímpico, em princípio a CBF e a Fifa não pretender mudar nada no cronograma. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |