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28/12/2007 - 10h52

Palermo nega que tenha recebido pressões da máfia italiana

Das agências internacionais
Em Roma (Itália)
O Palermo, da primeira divisão do Campeonato Italiano, negou que tenha qualquer relação com a máfia italiana. Nesta sexta-feira, o jornal Gazzetta dello Sport divulgou uma carta que teria sido escrita por um criminoso preso no mês passado, que cita projetos do clube.

"Palermo categoricamente refuta a possibilidade de que o clube, seus administradores ou diretores tenham recebido pressões de natureza criminosa de qualquer pessoa ligada à máfia", diz um comunicado no site oficial do time.

Na carta divulgada pela Gazzetta, o mafioso Salvatore Lo Piccolo teria mencionado treinadores das categorias de base do Palermo e os planos do clube de construir um novo estádio. O documento foi apreendido no momento da prisão do criminoso, no último mês, na Sicília.

"Nós ainda estamos na fase de estudos (sobre a construção do estádio) e não foram feitas ofertas ainda para financiamento", declarou o gerente do clube, Rinaldo Sagramola, à Gazzetta.

"É um projeto importante, que pode atrair a atenção do mundo do crime, como também de investidores honestos. No entanto, não recebemos pressão, demanda ou contato", garantiu Sagramola.

O Palermo, que conta com os brasileiros Fábio Simplício e Amauri, ocupa a sexta posição do Campeonato Italiano com 25 pontos, 18 a menos do que a líder Internazionale.

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