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05/03/2008 - 17h44

Atlético-MG compensa dificuldade ofensiva com defesa eficiente

Luiza Oliveira
Em Belo Horizonte
Se no Campeonato Mineiro o ataque atleticano vem deixando a desejar com sete gols feitos em seis jogos, a defesa vem fazendo a sua parte. Foram apenas três gols sofridos em seis partidas pelo estadual, média de 0,5 gol por jogo. Se for considerada a única partida disputada pela Copa do Brasil, esse índice cai para 0,42 na temporada.

Bruno Cantini/site oficial do Atlético
Bruno Cantini/site oficial do Atlético
Geninho exalta números da defesa e diz que time é pouco pressionado por rivais.
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O alvinegro teve sua redes balançadas apenas na estréia do Campeonato Mineiro na derrota por 1 a 0 para o Democrata-SL, na vitória por 2 a 1 sobre o Democrata-GV, no jogo seguinte, no Mineirão, e na partida contra o Social, em que foi derrotado por 1 a 0.

Em outros quatro confrontos na temporada a defesa passou em branco, na vitória por 2 a 0 sobre o Villa Nova, por 1 a 0 sobre o Uberaba e por 2 a 0 sobre o Ituiutaba, no último domingo, todos pelos estadual, além da goleada por 7 a 0 sobre o Palmas, pela Copa do Brasil.

Com um setor eficiente, o técnico Geninho não poupou elogios à sua defesa. "Acho que os números são bons. Você vê que a defesa vem se portando bem e não é só o fato de termos tomado poucos gols. Nesses gols que tomamos o adversário foi uma vez no meu gol e teve 100% de aproveitamento. Temos sido muito pouco pressionados, o time tem marcado bem, inclusive fazendo com que nosso goleiro faça poucas defesas. Isso é muito importante", disse.

Já em relação ao ataque o mesmo não pode ser dito. Apesar de ter média de dois gols por jogo na temporada, o setor ofensivo atleticano marcou sete gols em apenas um jogo na goleada sobre o Palmas, pela Copa do Brasil. Assim, a média no Mineiro é de 1,16 gols por parte (sete em seis jogos).

O técnico Geninho espera melhorar as finalizações. "Eu acho que apesar de estarmos num aproveitamento razoável podemos melhorar o quesito de aproveitamento pelo número de chances criadas, temos evoluído bem do meio para a frente, mas está faltando o fundamental que é colocar a bola para dentro. Seria o ideal ter número maior de gols a favor e manter o índice de gols sofridos", disse.

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