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Os times de Vanderlei Luxemburgo normalmente se destacam pelo poderio ofensivo. Foi assim na última vez que o Palmeiras conquistou o Campeonato Paulista, em 1996, quando anotou 102 gols em 30 jogos, sob o comando do treinador.
Além disso, a equipe alviverde é a menos é atacada no Paulistão. Segundo o Datafolha, em média são 11,1 finalizações sofridas por partida, mesma performance da Ponte Preta. O zagueiro Henrique, contratado no início do ano após se destacar no Coritiba, reparte os números favoráveis com o time inteiro. "Um ajuda o outro. A marcação vem lá da frente e acaba facilitando atrás", opinou o camisa 28, titular nas dez últimas partidas válidas pelo certame. A aposta da parceira do Palmeiras, a Traffic, que pagou ao clube paranaense aproximadamente R$ 6 milhões para adquirir a revelação de 21 anos, se destaca no fundamento desarme. Ele é o segundo principal ladrão de bolas no Estadual, com 22,8 desarmes por jogo, conforme o Datafolha, atrás apenas de Douglão, do Rio Claro, com 24,3. "Eu, o Gustavo, o Pierre, o Léo Lima, o Élder Granja e o Leandro estamos buscando o entrosamento lá atrás para não dar brecha aos adversários e evitar os gols", acrescentou. No ataque, os palmeirenses também exercem um bom papel. O conjunto do técnico Luxemburgo têm o terceiro melhor ataque, com 27 gols, atrás de Grêmio Barueri e Ponte Preta, que anotaram 28. Diego Souza retribui a gentileza de Henrique e atribui a artilharia à defesa. "O que ajuda o ataque é a defesa, que dá liberdade no meio, com o Pierre e Léo [Lima] marcando, para eu e o Valdivia criar as jogadas para o gol", observou o camisa 7. *Em 2002, o Palmeiras jogou apenas duas vezes no Supercampeonato Paulista, e não participou do Paulista UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |