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15/05/2008 - 20h16

Marcelo Oliveira quer mais poder de decisão no Atlético-MG

Luiza Oliveira
Em Belo Horizonte
O auxiliar técnico Marcelo Oliveira, que dirige interinamente o Atlético contra o Goiás, domingo, em Goiânia, pelo Campeonato Brasileiro, disse que falta poder de decisão ao time. Outra preocupação do treinador é com o lado emocional do grupo, abalado com a perda do Campeonato Mineiro e a eliminação na Copa do Brasil.

Bruno Cantini/site oficial do Atlético-MG
Bruno Cantini/site oficial do Atlético-MG
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"Um dos aspectos principais nesse pouco tempo é a parte emocional, porque lamentavelmente saímos de duas competições, mas fica o lado bom, porque jogamos com o Botafogo, uma das melhores equipes do Brasil, e criamos situações de gol, seria preocupante se não tivesse criando", afirmou.

Outra preocupação do treinador é com o ataque alvinegro, que marcou apenas um jogo nos últimos seis jogos. "Vou tentar cobrar um pouco mais de poder de decisão, não é normal fazer seis jogos e fazer um gol, tem de ter tranqüilidade, um pouco mais de ambição. Contra o Botafogo, alguns jogadores não tiveram poder de decisão e de assumir responsabilidade", observou.

Marcelo Oliveira admitiu fazer mudança no ataque, embora descarte uma intervenção radical. "Talvez possa mudar o posicionamento e talvez a substituição do atleta, mas seria um contra-senso dizer que vou mudar muito, pode ser uma coisa ou outra, ou até mesmo a forma de pensar que o gol é o mais importante", disse.

O treinador acredita que os atacante Marinho e Vanderlei, pouco utilizados pelo antecessor Geninho, já mostraram poder de decidir, mas não garantiu se irá aproveitá-los diante do Goiás. "O Marinho já jogou muito bem em outras oportunidades, o Vanderlei foi artilheiro da Série B. Se fizeram em uma oportunidade muito bem, podem repetir isso", ressaltou.