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Em 2008, Valdivia está mais presente no ataque do Palmeiras. O chileno participou diretamente de 19 dos 53 gols que a equipe alviverde fez na temporada: marcou dez, deu seis passes e sofreu três pênaltis. Bem-humorado, ele nega ser "matador", mas admite que está com "fome de gols".
Com o técnico Vanderlei Luxemburgo, o meio-campista dobrou a sua média de gols pelo clube paulista. Até o início do ano, balançara as redes 10 vezes em 53 jogos no futebol brasileiro (média de 0,19 por partida); nos cinco primeiros meses de 2008, marcou 10 gols em 25 partidas (média de 0,4). Apesar da boa fase do meia e de ele ter sido considerado o craque do Campeonato Paulista, Luxemburgo cobrou de Valdivia ser mais participativo em jogos decisivos. Isso aconteceu após a goleada sofrida para o Sport, por 4 a 1, na Ilha do Retiro, resultado que eliminou o Palmeiras da Copa do Brasil, e antes da final do Estadual contra a Ponte Preta.
Outro assunto sempre relacionado a Valdivia é a marcação individual que ele costuma sofrer dos adversários. "Recebi marcação contra o Santos, nos dois jogos contra o São Paulo e nos dois contra a Ponte. Nesses jogos, que foram os mais importantes para a mídia, fiz gol contra o São Paulo e contra a Ponte", defendeu-se o atleta de 24 anos. "Sempre apareci e ajudei. Mesmo marcado, ajudo, porque o outro time fica mais concentrado em marcar o Valdivia e o resto do time aproveita", finalizou. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |