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Nos últimos anos, São Paulo e Atlético-PR têm protagonizado disputas quentes dentro e fora de campo. Seja por decisões de título ou rusgas de jogadores que trocam o time paranaense pelo paulista, os confrontos entre os times têm tido um clima quente, que começou em 2001, e ganha novos capítulos a cada encontro.
"Vai fazer o quê, ignorar o fato [do passado]? Todo jogo tem clima bom e ruim. O que nós dirigentes podemos fazer é procurar não criar esse tipo de clima dentro e fora de campo", disse Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do clube paulista, que acompanhou a definição dos confrontos na Argentina, nesta terça-feira. O clima de rivalidade entre os dois times começou em 2001, quando o Atlético-PR eliminou o São Paulo nas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro, na sua caminhada para o título, com uma vitória de 2 a 1. Naquela ocasião, foi a vez do São Paulo reclamar de um possível jogo violento dos paranaenses. Depois, as equipes voltaram a se enfrentar na final da Copa Libertadores de 2005, quando os paranaense, derrotados no torneio, reclamaram por não terem tido a oportunidade de jogar na Arena da Baixada -o jogo foi realizado no Beira Rio. Além dos confrontos marcantes, jogadores como Dagoberto e Jancarlos trocaram o clube do Paraná pelo time paulistano após terem problemas com a diretoria do Atlético-PR. Esperando um clima menos hostil no próximo embate, o cartola são-paulino só avalia como positiva a rivalidade entre as equipes, pois estimula a ida dos torcedores ao estádio. "É bom que seja assim [com clima quente nos jogos]. Isso que faz dar renda para os clubes e funciona como combustível para a torcida", finalizou Marco Aurélio. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |