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Dois jogos, apenas um ponto conquistado e a possibilidade real de encerrar a sexta rodada das eliminatórias sul-americanas na Copa do Mundo-2010 na quinta colocação. Apesar do momento complicado, o técnico Dunga admite que não existe nenhum tipo de preocupação com o futuro da seleção. E mais: não se sente pressionado no cargo, apesar de ser vaiado durante o empate contra os argentinos.
Questionado se estaria com o cargo ameaçado, principalmente após ser chamado de "burro" no empate diante da Argentina, o treinador achou como "normal" e lembrou que a atitude só ocorreu por causa da frustração ocorrida na derrota para o Paraguai. Porém, lamentou que essas críticas foram feitas durante a partida. "É normal [as vaias]. O torcedor pode xingar, reclamar. Não tem problema. Mas isso poderia ser deixado para depois dos 90 minutos. Torcida paga ingresso e tem direito de reclamar", comentou o treinador, que admitiu que não se vê ameaçado no cargo, apesar de todas as críticas sobre o seu trabalho. "Você [jornalista] deve ser bem informado. Deve ter visto meus números na seleção. Isso [possível demissão] foi perguntado para a pessoa errada. Deve ser perguntada para o [presidente da CBF] Ricardo Teixeira", comentou. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s) |